quinta-feira, 5 de julho de 2012
Adeganha - Festas 2012 - Recreação de segada e malhada tradicional
sábado, 30 de julho de 2011
Fragada de Estevais (Casa do Padre e Ninho do Corvo)
A fraga do "Ninho do Corvo", de grande porte e altura, requer alguma agilidade para se subir ao cimo dela. Consoante se vai subindo, começa-se a avistar grande parte do Vale da Vilariça. sexta-feira, 22 de julho de 2011
Fraga do Sobreiro ou "Cogumelo" - Estevais (concelho de Torre de Moncorvo)
terça-feira, 24 de maio de 2011
Giesta Piorneira (Genista florida L. ssp. polygaliphylla)
Enquanto a primeira, é mais rasteira, está última é maior no tamanho, podendo atingir 4 a 5 metros de altura.
Quanto a floração, apresenta-se com uma flor amarela pequena e inicia-se depois da terminar a da giesta branca, durante os meses de Maio e Junho.
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quinta-feira, 31 de março de 2011
Fragada de Estevais/Adeganha
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Cardo em flor
Esta imagem do cardo em flor, foi conseguida junto à Ponte da Junqueira no concelho de Torre de Moncorvo, aquando de uma visita a esta ponte no dia 2 de Junho.segunda-feira, 7 de junho de 2010
Ponte da Junqueira
Já algum tempo durante as minhas viagens de ida e volta a Torre de Moncorvo, me surgiu a ideia de parar e fotografar a velha Ponte da Junqueira sobre a Ribeira da Vilariça.No início da ponte mantém-se o piso de alcatrão, seguindo-se depois a estrutura em ferro que aguentava o tabuleiro, agora inexistente.
Depois de fotografar a parte superior da ponte, desci até a ribeira, que ainda leva alguma água, mas não com a abundância como alguns meses atrás.
Dali debaixo, observei a ponte e a fotografei, podendo ver alguns pormenores da sua construção. Constatei então, que a parte do tabuleiro agora inexistente era aguentada por uma estrutura em ferro, cuja plataforma era sustentada por dois arcos de cantaria, ainda existentes.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Ribeira da Vilariça
Estas imagens da Ribeira da Vilariça, foram captadas, junto à antiga ponte da Junqueira, onde o verde da vegetação, dos choupos e o branco da flor do embude prevalece.
A água que corre na ribeira, já não é em grande quantidade, como se pôde ver neste último Inverno, mas ainda core alguma, mas o mais provável é que chegue mesmo a secar, devido ao calor que se tem feito sentir e que ainda esta para vir durante a estação mais quente do ano, que é o Verão
Como referi anteriormente, ao longo da ribeira, prevalece o branco da flor do embude (Oenanthe crocata). Esta planta de folhas recortadas, semelhantes às da salsa, e de flor branca na Primavera, as suas raízes contêm compostos tóxicos extremamente activos que provocam vómitos, diarreia e convulsões tetânicas, podendo causar a morte. É sempre agradável fazer um passeio ao longo da Ribeira da Vilariça, apreciando a paisagem e aliviar o stress do dia a dia, ouvindo o cantar dos pássaros.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Igreja Matriz da Adeganha
Como referi na postagem Ao encontro do Santuário de Nossa Senhora do Castelo, não tive tempo para visitar a Adeganha, mas como no dia 22 de Maio, voltei ao Santuário Nossa Senhora do Castelo, desta vez, não podia deixar de visitar esta aldeia, mais propriamente a sua Igreja Matriz. Adeganha fica situada no cimo de um enorme morro altaneiro, nos confins da Serra de Bornes, que se ergue a grande altura sobre a vasta extensão do Vale da Vilariça. É uma freguesia do concelho de Torre de Moncorvo, donde dista cerca de 18Km, freguesia esta composta por: Adeganha, Estevais, Póvoa, Junqueira e Nozelos.
Um dos monumentos marcantes da adeganha, é a sua Igreja Matriz, Igreja de Santiago Maior. Foi edificada no século XII, sendo um templo com vários estilos conjuntos: religioso, românico, gótico, maneirista e barroco. Em 1944 foi considerada monumento nacional.
É composta por uma só nave, com capela mor mais estreita e baixa e sacristia no lado esquerdo. A fachada principal é composta por um arco apontado, existindo por cima deste uma cruz esculpida, do lado esquerdo existe um relevo que representa três mulheres e que segundo a tradição popular representa o parto. Nas paredes vêem-se pedras embutidas com figuras esculpidas em meio relevo, figuras grotescas de homens com orelhas ou focinhos de animais, lobos ou raposas.Na parte lateral do poente avulta a figura de um frade esculpida em baixo relevo. De cada lado abrem-se nas paredes sepulturas.
Como estava fechada não pude visitar o seu interior, mas por aquilo que pesquisei vim a saber que o interior conserva um conjunto ímpar de pinturas murais, possivelmente sobreposições de pinturas de épocas distintas, o que dificulta a sua leitura, algumas delas parecem ser medievais, outras renascentistas, mas só um estudo por especialistas o pode confirmar.
Esta visita à Adeganha, permitiu-me admirar a beleza desta Igreja, mas a Adeganha tem muito mais para visitar e explorar, que ficará para uma próximo visita.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Mais uma visita à Sr.ª do Castelo
No dia 22 de Maio, voltei a fazer mais uma visita à Nossa Senhora do Castelo. Já no dia 14 de Março deste ano, tinha subido ao Santuário.
Desta vez, deparei com uma paisagem diferente, em que o amarelo, o roxo e o branco são predominantes. Ao longo do caminho deparei com várias flores campestres, entre as quais os lirios roxos e já junto do Santuário vi algumas açucenas, já quase a flurir. .jpg)
É esta a paisagem que se pode apreciar do miradouro da Capela de São João, onde olhamos o vasto vale até a vista se perder no horizonte.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Ao encontro do Santuário de Nossa Senhora do Castelo
Chegamos ao Santuário, eram já 18:00 horas. O Santuário, localiza-se no cimo de uma fragada, donde se avista o extenso Vale da Vilariça.
Aqui fazem uma romaria à Senhora do Castelo, no último fim-de-semana de Agosto, sendo visitado por muitos emigrantes.
O Santuário é composto por duas capelas principais: a de São João Baptista e a da Senhora do Castelo, também por outras duas capelinhas, a de Nossa senhora de Fátima e a de Santa Filomena. Existe ainda um coreto e a casa das promessas, sendo feito recentemente um palco, a casa das bebidas e um recinto para bailes. É um lugar profundamente agreste, de rochas, carvalhas, zimbros e carrascos, cheio de lendas (a das açucenas que não murcham e a do soldado que vem da guerra) e de ruínas arqueológicas, pois diz-se que ali, existiu uma antiga fortaleza.
Ao subir à capela de S. João Baptista bem no cume da fragada pôde-se ver o vasto Vale da Vilariça, com o sol a pôr-se por traz da Lousa. Ali estivemos a apreciar a magnífica paisagem até ao por do sol, regressando já com a noite a cair.Assim terminou um passeio com vontade de repetir, mas com mais tempo e sozinho, permitindo-me explorar estas e outras maravilhas.

















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