Ouço o canto das aves
Sempre tão receptivo,
Escuto a serenata aos peixes,
Destruir a tua beleza não deixes.
Neste...jardim de eleição,
Do qual, guardo
Os aromas, a verdade,
Os momentos da...saudade,
Da minha predilecção.
Quantos sabores...encantos,
Esses amores, tais recantos,
Desfrutam de água cristalina aos molhos.
Que deixam na paixão dos meus olhos,
A paisagem, que emerge desse quadro.
Que vai para sempre ficar guardado,
na menina da minha... íris,
Porque deténs o mais belo arco-íris,
Da natureza pura...bela.
Heide colar-me à janela,
Ver-te lá longe do horizonte,
Porque só Tua...és a fonte,
Onde anseio diariamente beber,
Do encanto... do teu ser.
E, sempre que me apetever,
Quero ver-te livre...sem amarras,
Poderes cantar ao som das cigarras,
E eu, te possa ouvir.
Na ternura desta inclinação,
Que ambiciono...contribuir,
Na continuidade desta...paixão.
Poema da autoria de Fernando Silva, retirado do livro "Na Sombra da Ternura"
Fotografia do Rio Tua, que ganhou a votação na minha página do facebook , do album "Rio Tua"