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segunda-feira, 31 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Codeçais - Encantos da Natureza
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Um olhar sobre Barca d'Alva e o Nordeste Transmontano
Estas panorâmicas com vista para Barca d'Alva, os Rios Douro e Águeda e os montes pertencentes aos concelhos de Torre de Moncorvo e Freixo de Espada à Cinta, foram tiradas no dia 3 de Abril de 2010, ao passar por Barca d'Alva, quando seguia para Almofala para a Caminhada - St.º André das Arribas.
Barca d’Alva é um lugar pertencente à freguesia de Escalhão, concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, situada no Norte do distrito da Guarda, e inserida no Parque Internacional do Douro Natural. Junto à aldeia situa-se a fronteira com Espanha, aqui definida pelo curso dos rios Águeda e Douro.Não pertencente ao Nordeste Transmontano, está ligada a este pela ponte sobre o Rio Douro, ligando assim os concelhos de Figueira de Castelo Rodrigo com os concelhos de Torre de Moncorvo e Freixo de Espada à Cinta.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Igreja Matriz da Adeganha
Como referi na postagem Ao encontro do Santuário de Nossa Senhora do Castelo, não tive tempo para visitar a Adeganha, mas como no dia 22 de Maio, voltei ao Santuário Nossa Senhora do Castelo, desta vez, não podia deixar de visitar esta aldeia, mais propriamente a sua Igreja Matriz. Adeganha fica situada no cimo de um enorme morro altaneiro, nos confins da Serra de Bornes, que se ergue a grande altura sobre a vasta extensão do Vale da Vilariça. É uma freguesia do concelho de Torre de Moncorvo, donde dista cerca de 18Km, freguesia esta composta por: Adeganha, Estevais, Póvoa, Junqueira e Nozelos.
Um dos monumentos marcantes da adeganha, é a sua Igreja Matriz, Igreja de Santiago Maior. Foi edificada no século XII, sendo um templo com vários estilos conjuntos: religioso, românico, gótico, maneirista e barroco. Em 1944 foi considerada monumento nacional.
É composta por uma só nave, com capela mor mais estreita e baixa e sacristia no lado esquerdo. A fachada principal é composta por um arco apontado, existindo por cima deste uma cruz esculpida, do lado esquerdo existe um relevo que representa três mulheres e que segundo a tradição popular representa o parto. Nas paredes vêem-se pedras embutidas com figuras esculpidas em meio relevo, figuras grotescas de homens com orelhas ou focinhos de animais, lobos ou raposas.Na parte lateral do poente avulta a figura de um frade esculpida em baixo relevo. De cada lado abrem-se nas paredes sepulturas.
Como estava fechada não pude visitar o seu interior, mas por aquilo que pesquisei vim a saber que o interior conserva um conjunto ímpar de pinturas murais, possivelmente sobreposições de pinturas de épocas distintas, o que dificulta a sua leitura, algumas delas parecem ser medievais, outras renascentistas, mas só um estudo por especialistas o pode confirmar.
Esta visita à Adeganha, permitiu-me admirar a beleza desta Igreja, mas a Adeganha tem muito mais para visitar e explorar, que ficará para uma próximo visita.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Mais uma visita à Sr.ª do Castelo
No dia 22 de Maio, voltei a fazer mais uma visita à Nossa Senhora do Castelo. Já no dia 14 de Março deste ano, tinha subido ao Santuário.
Desta vez, deparei com uma paisagem diferente, em que o amarelo, o roxo e o branco são predominantes. Ao longo do caminho deparei com várias flores campestres, entre as quais os lirios roxos e já junto do Santuário vi algumas açucenas, já quase a flurir. .jpg)
É esta a paisagem que se pode apreciar do miradouro da Capela de São João, onde olhamos o vasto vale até a vista se perder no horizonte.
Caminhada pelo Coração em Vila Flor (2)
sábado, 22 de maio de 2010
Junqueira - sepulturas abertas na rocha
A Junqueira anexa à freguesia da Adeganha, fica situada no Vale da Vilariça a cerca de 15 Km de Torre de Moncorvo.
Nesta visita à Junqueira, daquilo, que vi, o que mais me chamou à atenção, foram as sepulturas abertas na rocha. Estas sepulturas, encontram-se nas fragas das Cevadeiras, junto ao caminho em terra batida que liga a Junqueira à Adeganha. Pois parece que ali existiu noutros tempos um cemitério romano, razão pela qual existirem ali tais sepulturas.
Quem segue da Junqueira para à Adeganha por esse caminho, um pouco depois da área habitacional, encontra-as à sua esquerda.
Assim que deixei o caminho deparei logo com estas imagens. Ao mesmo tempo, fiquei maravilhado e desapontado. Fiquei maravilhado e surpreendido por ali encontrar tais vestigios, por outro lado fiquei desapontado e intrigrado, por se encontrarem naquele estado.
Ali deparei com três sepulturas, duas delas estavam juntas e uma outra mais separada no meio de uns carrascos. Não sei se ali existe mais alguma ou não, pois não tinha muito tempo disponível para explorar o terreno, mas numa próxima visita ao local, procurarei melhor. No Concelho de Torre de Moncorvo, tenho conhecimento, de existirem outras semelhantes, mas esquecidas tal e qual como estas na Junqueira, o que é lamentável.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Vilas Boas - Festa da Ascensão do Senhor (2)
Afim de complementar a postagem anterior Vilas Boas - Festa da Ascensão do Senhor (1) , deixo aqui um vídeo com a procissão desde a capela de N.ª Sr.ª da Assunção até ao recinto/largo ao início do escadario. Aquando da sua chegada ao Largo, foi recebida ao som da Banda de Música de Vila Flor, seguindo-se depois a missa.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Vilas Boas - Festa da Ascensão do Senhor (1)
sábado, 15 de maio de 2010
1.º Centenário do Sr.º Reitor de Sampaio e Festa de N.ª Sr.ª da Rosa ( O Filme)
Para complementar a postagem Sampaio - O Dia da Festa de N.ª Sr.ª da Rosa e 1.º Centenário do Sr.º Reitor de Sampaio , ficam aqui algumas partes (excertos) do filme que realizei e passei para DVD, com todos os momentos das comemorações e da festa. Filme este que passou no dia 9 e 16 de Maio na Junta de Freguesia de Sampaio, juntamente com a Exposição de Fotografia "Uma Cruz em Sampaio". Este primeiro vídeo, mostra o início do filme que começa por se ver a Santa Cruz com a aldeia de Sampaio lá ao fundo, seguindo-se o início das comemorações com o desfile da Banda de Música de Vila Flor pelas ruas de Sampaio. Depois já no Largo da Fonte, agora Largo do Sr.º Reitor de Sampaio dirigiu-se aos presentes o Presidente da Junta de Freguesia de Sampaio, abrindo assim as comemorações.
A 2.ª parte do filme não publicada aqui no blogue, refere-se à conferência pelo Pe. Joaquim Leite, referenciando a Vida e Obra do Sr.º Reitor, não deixando também de fazer referência à obra deixada pelo S.º Reitor: a Santa Cruz, que foi mandada colocar no monte de S. Pedro ou monte dos Mouros entre 130 a 150 anos.
A 3.ª parte do filme, também não mostrada aqui no blogue, refere-se a intervenção por parte do Sr.º Presidente da Câmara Municipal (Dr.º Artur Pimentel), dirigiu-se aos presentes agradecendo a sua presença e referindo-se as obras que estão previstas realizarem-se no monte da Santa Cruz, conservando/preservando a Cruz actual ou então substituindo a actual por uma outra cruz, mas mantendo no local a que o Sr.º Reitor ali mandou colocar. Referiu-se ainda às obras a realizar na capela de N.ª Sr.ª Rosa à beira da ribeira da Vilariça. No final da sua intervenção convidou os familiares do Sr. Reitor para o descerramento da Lápide Comemorativa.
A 4.ª parte do filme, refere-se ao descerramento da Lápide comemorativa por parte do Sr.º Presidente da Câmara e familiares do Sr.º Reitor, acto este aplaudido por todos os presentes. Com o descerramento desta lápide o Largo da Fonte, passou a chamar-se Largo do Sr.ª Reitor de Sampaio. Também junto à Lápide encontrava-se a minha Exposição de Fotografia “Uma Cruz em Sampaio, sendo observada e admirada por pessoas da aldeia e visitantes, não deixando de me dar os parabéns pelo trabalho mostrado.
Também o Grupo Coral de Vila Flor e Sampaio, teve um papel importante com os seus cânticos a N.ª Sr.ª da Rosa.
Depois do descerramento da Lápide, deu-se início à Missa, seguida da procissão pelas ruas da aldeia, acompanhada pela Banda de Música de Vila Flor, onde estiveram presentes os andores de N.ª Sr.ª da Rosa (o principal, uma vez que era a festa em honra de N.ª Sr.ª da Rosa), o de St.º André (Padroeiro de Sampaio), o do Menino Jesus e o de N.ª Sr.ª de Fátima. Depois de percorridas as ruas da aldeia regressaram à Igreja Matriz, terminando com a actuação da Banda de Música em frente à Igreja. Estes momentos da missa e da procissão não se encontram aqui expostos no blogue mas fazem parte do filme.
A noite foi abrilhantada com a música de Bruno Cordeiro, onde não estive presente. Mas o filme termina com este último vídeo, onde se pode ver a actuação dos “Onda Norte” no Sábado à noite, onde não faltou um pezinho de dança. mas para terminar nada melhor do que com fogo de artifício.
NOTA: Todos os momentos desde o início das comemorações até ao final da festa, inclusive sábado à noite, foram filmados por mim e gravados em DVD, com duração de 2:30 horas. Caso haja alguém interessado no filme é favor entrar em contacto comigo pessoalmente ou então para jorge_delfim@clix.pt .
Vide
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Como referi na postagem anterior, depois de deixar o Castedo passeio pela Vide. Este lugar, povoado desde épocas romanas, era um Velho Vilar dentro da Vila Medieval de Santa Cruz da Vilariça. Possuía naquela época uma fortificação que lhe permitia uma defesa natural nos rápidos declives da Vilariça.
A palavra Vide como o próprio nome indica vem da cultura da Videira. Até há reforma administrativa do liberalismo pertenceu a Vila Flor, passando a ser anexa à Horta da Vilariça, em 1885.
A localidade de Vide tem uma típica arquitectura e etnografia tradicional, com a Igreja Matriz posicionada sobre o monte e o declive para o Vale da Vilariça.Depois de sair da aldeia, olhei para o meu lado esquerdo e avistei a barragem, ficando maravilhado com aquela paisagem e aquele lençol de água, não resistindo a parar e fazer umas panorâmicas daquele lugar.
Depois segui em direcção à Horta da Vilariça, a que já me referi num outra postagem. Como já estava na hora de almoço e tinha ainda que passar em Sampaio no Concelho de Vila Flor para visitar a Santa Cruz, não parei na Horta da Vilariça.
Todo este percurso desde que sai de Vila Flor, passando por este concelho, pelo Concelho de Carrazeda de Ansiães, vindo a terminar no de Torre de Moncorvo, foi maravilhoso, quer pela sua natureza, quer pela visão paisagística que se consegue ter ao descer aquele planalto até ao Rio Sabor.
Castedo
Dia 1 de Maio desloquei-me à aldeia do Castedo. Esta aldeia dista 21 km de Torre de Moncorvo, sede do concelho. Fica situada numa encosta , num planalto que se estende pela serra que vai dar à Lousa. Tem como património a Igreja matriz, capelas de S. Sebastião, de N. Sra. do Rosário e de St. António, fontes, calvário e cruzeiros. Barragem do Palameiro, zona de caça, moinhos, lagar de azeite, miradouro e paisagem natural. Festas e romarias: S. Miguel (29 de Setembro) e St. António (13 de Junho).
Desloquei-me até esta, verificando que se tratava da Igreja Matriz, com uma enorme torre sineira. A sua construção é toda em granito trabalhado, enquadrando-se num adro com muro em pedra.
Parei em frente a esta fotografando um fontanário que ali existe, mas água nada de a ver.
Enquanto fotografava o fontanário surgiu-me à frente um casal de idosos em cima de uma carroça, puxada por um burrico, que já tinha encontrado na estrada ao deslocar-me para a aldeia. Já dentro da aldeia voltei a ver outro senhor também numa carroça puxada por um outro burrico, pois ali as pessoas vivem praticamente da agricultura, olivicultura e pastorícia, possuindo assim este tipo de animais, que são bons a trabalhar a terra.
Entrei então no adro da igreja, pelo escadario ao lado do cruzeiro, vi que as portas da mesma estavam abertas e decidi então entrar no seu interior,havia quatro senhoras a trabalhar nos arranjos da igreja, olhei o seu interior, ficando maravilhado com toda aquela beleza, mas sem fotografar, pois não havia visibilidade/claridade suficiente para tal.
Depois sai e deixei esta dirigindo-me novamente à estrada, em direcção da Horta da Vilariça. Já na estrada depois de sair do Castedo, parei o carro, uma vez que o local onde me encontrava permitia-me ter uma visão praticamente geral da aldeia, donde fiz algumas panorâmicas da mesma.
Depois segui a estrada, vindo a passar por a Vide, que falarei a seguir.
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