sexta-feira, 19 de março de 2010

Limpar Portugal

O Projecto Limpar Portugal (PLP) É um movimento cívico Altruista Cujo Objectivo é Promover uma educação ambiental por intermédio da iniciativa de limpar a floresta portuguesa no dia 20 de Março de 2010, tendo como ponto forte a recolha e separação do lixo de lixeiras clandestinas. O Nordeste Transmontano, bem como todo o pais, vai estar em movimento nesse dia. Eu estou no grupo de Vila Flor (VFL - Vila Flor) e no dia 20 vamos contribuir para um Portugal mais limpo.
A United Press Photo e a Coordenação Nacional do PLP celebraram uma parceria. A UPP e os fotógrafos que a ela se associarem farão uma fotoreportagem do evento, no dia 20 de Março, a nivel nacional, pois eu irei fazer a fotoreportagem em Vila Flor. Esta será uma das maiores reportagens fotográficas alguma vez realizadas em Portugal. A fotoreportagem realizada concelho a concelho, distrito a distrito e a nível nacional servirá para:
- Que as imagens recolhidas a nivel nacional Sejam a memória e a futura Peça de divulgação do evento.
- Divulgação na Campanha Nacional 2010 do Ano Internacional da Biodiversidade.
- Divulgação junto das Nações Unidas.
- Exposição fotográfica itinerante, com indicação dos autores das imagensm com o registo do ANTES/DURANTE/DEPOIS

"Limpar Portugal? Nós vamos fazê-lo! E tu? Vais ficar em casa?"
Para saber como participar clique aqui

Fotografias: Lixeira na M608 Estrada que liga Vila Flor a Sampaio (sinalizada como P VFL-1) dispersa pela encosta ao longo da berma da estrada, numa zona de sobreiros.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Ao encontro do Santuário de Nossa Senhora do Castelo

No dia 14 de Março, eu e a família, saímos de Vila Flor para um passeio ao Santuário de Nossa Senhora do Castelo, pertencente à freguesia da Adeganha no Concelho de Torre de Moncorvo.

Ao chegar ao cruzamento da Portela, viramos há esquerda apanhando a EM 611 em direcção à Adeganha, estrada esta cheia de curvas e sempre a subir até aos Estevais, mas com uma vista magnífica, donde fiz algumas panorâmicas.

Depois de subir ao longo de várias curvas, chega-mos a Estevais. A primeira paragem que fizemos em Estevais foi nuns lameiros juntos à estrada para tirar umas fotos a dois burricos que ali pastavam. Em Estevais, encontramo-nos com umas pessoas amigas e foi altura de conhecer um pouco da aldeia, com destaque para a Igreja Matriz e para a Capela no centro da aldeia, bem como algumas casas mais antigas.

De seguida entramos no carro e seguimos em direcção à Póvoa, uma das aldeias do concelho de Torre de Moncorvo, esquecidas no tempo. Actualmente esta aldeia tem algum movimento por ali se localizar o estaleiro da Barragem do Sabor. Esta aldeia com aproximadamente 10 habitantes, não tem saneamento básico, não tem uma rede de água a funcionar na perfeição e as ruas encontram-se em terra batida cheias de buracos. Quem sabe se a construção da Barragem apesar de por fim ao último rio selvagem da Europa, não trará benefícios para esta aldeia esquecida no tempo.

A seguir deslocamo-nos para a Cardanha, onde a primeira paragem foi junto ao Senhor da Pedra, nicho este com gradeamento e portas em vidro com uma imagem em pedra de Cristo crucificado. Logo do outra lado da rua existe a Capela de Nosso Senhor dos Aflitos e mais há frente a Capela de S. Sebastião. A seguir visitamos a Igreja Matriz, admirando os seus interiores de tons vermelhos contrastando com o dourado.

Como já estava a ficar tarde eram horas de partir para o Santoário Nossa Senhora do Castelo, seguindo a estrada para a Adeganha. Ao chegar à Adeganha a vontade de visitar a aldeia era muita, mas se ali parássemos pouco tempo teríamos para visitar o Santuário, pois o caminho dali até ao Santuário não é muito propicio para um carro ligeiro, limitando-me apenas a fazer uma panorâmica da aldeia.

Sendo assim viramos há esquerda para o caminho em terra que nos levaria até ao Santuário, fazendo ainda algumas paragens para uma ou outra fotografia da natureza, mas sempre com precaução devido ao mau estado do caminho.

Chegamos ao Santuário, eram já 18:00 horas. O Santuário, localiza-se no cimo de uma fragada, donde se avista o extenso Vale da Vilariça.
Aqui fazem uma romaria à Senhora do Castelo, no último fim-de-semana de Agosto, sendo visitado por muitos emigrantes.

O Santuário é composto por duas capelas principais: a de São João Baptista e a da Senhora do Castelo, também por outras duas capelinhas, a de Nossa senhora de Fátima e a de Santa Filomena. Existe ainda um coreto e a casa das promessas, sendo feito recentemente um palco, a casa das bebidas e um recinto para bailes. É um lugar profundamente agreste, de rochas, carvalhas, zimbros e carrascos, cheio de lendas (a das açucenas que não murcham e a do soldado que vem da guerra) e de ruínas arqueológicas, pois diz-se que ali, existiu uma antiga fortaleza.

Ao subir à capela de S. João Baptista bem no cume da fragada pôde-se ver o vasto Vale da Vilariça, com o sol a pôr-se por traz da Lousa. Ali estivemos a apreciar a magnífica paisagem até ao por do sol, regressando já com a noite a cair.
Assim terminou um passeio com vontade de repetir, mas com mais tempo e sozinho, permitindo-me explorar estas e outras maravilhas.

Subindo a EM 611 até à Adeganha

No dia 14 de Março, sai de Vila Flor para um passeio ao Santuário de Nossa Senhora do Castelo, pertencente à freguesia da Adeganha no concelho de Torre de Moncorvo. Ao chegar ao cruzamento da Portela, virei há esquerda apanhando a EM 611 em direcção à Adeganha, estrada esta cheia de curvas e sempre a subir até aos Estevais, mas com uma vista magnífica, donde fiz algumas panorâmicas como esta do Rio Sabor e Torre de Moncorvo com a Serra do Reboredo logo atrás.
De seguida falarei sobre Estevais, Póvoa, Cardanha, Adeganha e o Santuário de Nossa Senhora do Castelo.

Vila Flor - Capela de S. Sebastião

Quem sai de Vila Flor pela estrada que segue para Roios, junto ao cruzamento que dá para Roios e Sampaio, depara com esta pequena Capela de S. António do séc. XVI.

Nesta pequena capela costuma-se realizar uma pequena festa em honra de S. Sebastião. Este ano a festa realizou-se no dia 20 de Janeiro.

Soube que se ia realizar a festa por algumas senhoras que andaram a fazer o peditório para a realização da mesma. Não tive oportunidade de ir por motivos pessoais, mas louvo todo o empenho que tiveram para não deixar morrer esta tradição.

sábado, 13 de março de 2010

Horta da Vilariça

Horta da Vilariça, é uma freguesia do concelho de Torre de Moncorvo, situada em terreno acidentado na margem direita da Ribeira da Vilariça e dista da sua sede cerca de 13 quilómetros. A freguesia da Horta da Vilariça, inclui também Vide, uma outra aldeia do concelho de Torre de Moncorvo.

Aqui, as pessoas vivem principalmente da vinha, olival, entre outras culturas, pastorícia, comercio e existe também uma padaria.

Tem como património: Igreja Matriz, Capelas de Nossa Senhora de Fátima e de S. Lourenço, Cruzeiro de Nossa Senhora dos Aflitos e algumas fontes, bem como algumas construções mais antigas.

Como o passeio pela aldeia foi um pouco rápido, não houve tempo para fotografar algum património referenciado anteriormente, ficando pois para uma próxima visita à aldeia.

Quanto a festas e romarias, há a festa de S. Sebastião em 20 de Janeiro e S. Lourenço em Agosto.

Esta visita à Horta da Vilariça, como já referi anteriormente, foi rápida, sendo só de passagem, mas foi agradável, pois o dia estava óptimo, não deixando de admirar as amendoeiras em flor e os campos cheios de flores campestres, anunciando a Primavera.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Nicho de Nossa Senhora de Fátima na Quinta do Lobazim

Nicho de Nossa Senhora de Fátima na Quinta do Lobazim, junto à estrada que liga a Senhora da Ribeira ao Vilarinho da Castanheira.

Alto Douro Vinhateiro

Panorâmica do Alto Douro Vinhateiro, mostrando os vinhedos envolventes à Senhora da Ribeira, pertencente ao Seixo de Ansiães, sendo esta, uma paisagem ímpar de Carrazeda, onde o verde das vinhas contrasta com o azul das águas do Douro e onde a produção do vinho do Porto é a principal fonte de riqueza.

Fotografias: tiradas da estrada que liga o Seixo de Ansiães a Coleja e à Senhora da Ribeira.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Um olhar sobre o Douro

No regresso de um dos passeios que fiz à Sr.ª da Ribeira, junto ao Rio Douro no Concelho de Carrazeda de Ansiães, desloquei-me ao correr do rio, subindo depois até ao Vilarinho da Castanheira.

Ao longo das margens do Douro, até apanhar a estradinha que me levaria até ao Vilarinho, aproveitei, para ver as maravilhas que o Douro proporciona, onde do outro lado das margens do rio fica a Linha do Douro, podendo-se ver a ponte ferroviária.

Casa de Selores

A denominada Casa de Selores é a antiga residência solarenga da família Morais, um edifício de estilo clássico-barroco, datado do século XVIII, fronteiro à estrada de Selores para Carrazeda de Ansiães. A fachada divide-se em três corpos distintos: a capela do lado direito, a residência ao centro e uma varanda alpendrada do lado esquerdo.

A capela, terminada em empena, tem uma porta de vão rectangular, sobrepujada por duas urnas adossadas, ladeando o brasão, que é rematado por um frontão curvo.A casa tem no primeiro registo a porta principal, com um arco ligeiramente abatido, encimada pelo brasão da família. Esta porta é ladeada por dois janelões gradeados. No segundo registo surgem de maneira uniforme seis janelas, dispostas simetricamente, com moldura e avental decorados.

À esquerda, temos o corpo com a varanda alpendrada, assente sobre um alto embasamento. Ao meio da varanda situa-se o brasão e, de cada lado, cinco colunas salomónicas. A cornija apresenta é decorada com dentículos. No topo da varanda uma porta conduz directamente à escada. Acesso: EN 632, na aldeia do mesmo nome da casa.
Protecção: Imóvel de Interesse Público, Dec. nº 129/77, DR 226 de 29 Setembro 1977.

Fonte do texto: Carlos Pinheiro © 2000 em: http://www.bragancanet.pt/patrimonio/selores.htm

quarta-feira, 10 de março de 2010

Um cheirinho a Primavera


Foi-se a chuva e veio o sol, esperamos que venha para ficar! Alguns campos já se encontram cobertos de margaridas, anunciando a Primavera. Para ficarmos com um cheirinho a Primavera, aqui deixo esta linda margarida.

terça-feira, 9 de março de 2010

Rã em Codeçais

Num dos meus passeios por Codeçais, encontrei este exemplar nas águas de um poço. As rãs, pertencem à classe dos batráquios, são animais vertebrados de pele nua, alimentando-se de insectos e vermes, podendo-se encontrar em locais húmidos.

Águas de Bem Saúde em Sampaio

Antiga Fábrica das Águas de Bem Saúde em Sampaio no concelho de Vila Flor. Águas bicarbonatadas, sódicas, gaso-carbónicas e ferruginosas. Era nesta antiga fábrica, que se fazia a exploração das Águas de Bem Saúde, onde, se engarrafa e rotulava, tudo feito manualmente e com pequena maquinaria. Água esta, agora com o nome de Frize, explorada pela Compal.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Cheia na Foz do Sabor (2)

Aqui fica mais uma imagem do resultado das cheias que se têm vivido nos últimos dias na Foz do Sabor, onde o Sabor e o Douro, não têm parado de transbordar, alagando assim os terrenos agrícolas mais próximos.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Grupo de Gigantones de Valtorno

Também no dia 28 de Fevereiro o Grupo de Gigantones de Valtorno, animou o recinto em frente à Câmara Municipal de Vila Flor.

Folclore nas Festas da Amendoeira em Flor em Vila Flor (3)

Afim de complementar as postagens anteriores aqui fica o vídeos da actuação do Rancho Folclórico de Freixiel em frente à Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, em mais um espectaculo integrado nas festas da Amendoeira em Flor 2010.

terça-feira, 2 de março de 2010

Folclore nas Festas da Amendoeira em Flor em Vila Flor (2)


Para complementar a postagem anterior deixo aqui um vídeo da actuação do Grupo de Danças e Cantares de Vila Flor no dia 28 de Fevereiro, em frente à Câmara Municipal de Vila Flor. Espectáculo este, integrado nas festas da Amendoira em Flor 2010.
De seguida postarei também um vídeo com a actuação do Rancho Folclórico de Freixiel.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Folclore nas Festas da Amendoeira em Flor em Vila Flor (1)

Ontem, dia 28 de Fevereiro de 2010, realizou-se mais um espectáculo em Frente à Câmara Municipal em Vila Flor, integrado nas festas da Amendoeira em Flor 2010. Apesar do tempo não estar muito convidativo, ameaçando chover, ainda foram muitos aqueles, que se juntaram em frente à Câmara para assistir ao espectáculo.

Foi o Grupo de Cantares para Vila Flor, que abriu o espectáculo, apresentando as suas danças e cantares, bem alegres e alusivas a Vila Flor, onde não faltou a Dança das Fitas, bem típica do grupo.

Depois de o Grupo de Cantres para Vila Flor, terminar a sua actuação, apareceram os Gigantones de Valtorno, passando pelo recinto em frente à Câmara, animando também a festa, alegrando e assustando alguns mais pequenotes.

O Rancho Folclórico de Freixel foi o 2.º a actuar, continuando a alegrar a festa e apresentando duas novas danças, dedicando uma delas ao Povo Madeirense.

E foi assim com o Rancho Folclórico de Freixiel, que terminou mais um espectáculo integrado nas Festas da Amendoeira em Flor 2010 em Vila Flor, onde a chuva apesar de ameaçar, só veio mesmo depois do espectaculo terminar.
De seguida apresentarei, este espectaculo em vídeo, afim de complementar esta postagem e mostrando aos visitantes do Blogue e alegrado-os com as danças e cantares do Grupo de Danças e Cantares de Vila Flor e do Rancho Folclórico de Freixiel.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Cheia na Foz do Sabor (1)

Na Foz do Sabor no concelho de Torre de Moncorvo, vive-se mais um cheia, devido ao aumento do caudal dos dois rios (Sabor e Douro), consequência do mau tempo que se tem vivido em todo o país.
Era este o cenário que captei ontem na Foz do Sabor, em que alguns campos de cultivo já se encontravam debaixo de água, a ponte que dá acesso à aldeia já não faltava muito para ficar submersa e no local da praia fluvial, o parque já começava a ficar coberto pelas águas do Sabor e do Douro que ali se juntam. Também o cais já se encontrava engolido pelas águas.

Se o mau tempo se mantiver o caudal dos dois rios aumentará deixando assim a aldeia sem o acesso principal para Torre de Moncorvo, ficando a ponde de baixo de água, o que já aconteceu noutras cheias em que a população da Foz do Sabor e de outras aldeias próximas, para se deslocarem a Torre de Moncorvo, tinham que se deslocar por Vila Flor, uma vez que a ponte sobre a ribeira da Vilariça, também se encontrava debaixo de água, o que poderá vir a acontecer mais uma vez.