terça-feira, 17 de novembro de 2009

Casa Antiga em Pena Fria

Como disse na postagem anterior (Burro em Fontelonga) , passeia então por Pena Fria, ontra aldeia do concelho de Carrazeda de Ansiães, onde tirei estas fotografias entre outras desta linda casa antiga em granito. Já em estado de abandono e degradada, não deixa de ser bastante fotogénica.

domingo, 15 de novembro de 2009

Burro em Fontelonga

Ao passar por Fontelonga, aldeia do concelho de Carrazeda de Ansiães, já a chegar à aldeia, deparei com um aldeão e seu burrico carregado de paus.
Foi então, que parei o carro e perguntei ao senhor, se podia tirar uma fotografia ao burrico, que achei interessante, uma vez que aprecio bastante esta especia de animal, mas o que me chamou mais a atenção foi a maneira como ele transportava uma carrada de paus. O senhor disse de eimediato, que sim, que podia fotografiar o burrico.
Depois de um certo número de fotografias tiradas e de um dedo de conversa continuei o meu caminho, passando por Penafria onde voltei a parar para fotografar uma casa antiga, já há bastante tempo desabitada, que mostrarei a seguir.

Panorâmica do Vilarinho da Castanheira

Fica aquí mais uma panorâmica do Vilarinho da Castanheira, freguesia do concelho de Carrazeda de Ansiães.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Convento em Torre de Moncorvo


O Convento fica junto à estrada n.º 220 que liga Torre de Moncorvo ao Larinho.

Mirandela e o Tua




Fotografias: Junto ao rio Tua em Mirandela

Pare, Escute, Olhe


O documentário "Páre, Escute, Olhe", do realizador Jorge Pelicano, vai ser exibido em Mirandela no proximo dia 14 de Novembro às 17:00 horas.
Este documentário constitui "uma reflexão sobre o despovoamento e desertificação" provocados pelo encerramento progressivo da linha ferroviária do Tua, defendendo assim a preservação da Linha do Tua.



É de todo conveniente assistir a este documentário, pois vale a pena pela defesa da Linha do Tua.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Cedro

Fotografia: cedro na Quinta da Ventosa em Torre de Moncorvo

Cogumelos

Na mais recente ida a Codeçais, deparei com estes cogumelos depois de entrar num dos pinheirais que rodeiam a aldeia. Nesta época do ano é normal as pessoas procurarem-nos, mas deve-se ter atenção, pois muitos deles são comestíveis, mas outros são tóxicos, podendo em alguns casos levar à morte.

domingo, 8 de novembro de 2009

Codeçais - Panorâmica

Vista panorâmica do Bairro Novo em Codeçais aldeia do concelho de Carrazeda de Ansiães, vendo-se também a a aldeia de Porrais e da Sobreira e sua serra, pertencentes ao concelho de Murça.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Albufeira do Azibo

A Albufeira Azibo encontra-se situada no concelho de Macedo de Cavaleiros. A paisagem protegida da albufeira do Azibo é constituída por um Parque de Natureza, com trilhos pedestres, uma praia fluvia ( primeira a ser distinguida com bandeira azul) e centro de interpretação.
É um local agradavel, belo e de uma enorme riqueza paisagística e biológica, servindo de refúgio para diversas aves e pequenos mamíferos.
Fotografias: Albufeira do Azibo vista do Centro de Natureza de Santa Combinha

domingo, 1 de novembro de 2009

Cores de Outono por Terras de Codeçais

Dia 31 de Outubro, numa ida a Codeçais, aproveitei, para registar algumas maravilhas, cores que a estação do ano em que estamos, que é o Outono nos proporciona.
Foi na ida para o Vale dos Olmos (nome dado ao local de alguns terrenos agricolas), que me despertou a infinidade de cores e os incontáveis matizes de verdes, marrons, amarelos, dourados, vermelhos e roxos que premeiam os campos e vinhas envolventes.



Os tons laranja-avermelhados das vinhas, são de encantar, bem como a cor de alguns frutos da época, pois os diospiros que encontrei pelo caminho, tinham uma cor deslumbrante.

Bem se pode dizer, que as cores do Outono são ouro, são fogo, são um deslumbre!

Diospiros em Codeçais

Diospiro de roer duma consistência mais dura e aguenta muito tempo na árvore.

Halloween

A Noite de 31 de Outubro é o Halloween ou Dia das Bruxas, é um evento tradicional e cultural que não passou despercebido pelo Nordeste Transmontano, onde se vêm algumas abóboras com velas no seu interior.
Esta celebração começou na era pré-cristã. As pessoas acreditavam que no Halloween as almas dos mortos voltavam onde tinha vivido. Mas, hoje em dia, o Haloween não é uma celebração assustadora, é altura para divertimento. Há festas. As pessoas mascaram-se de bruxas e fantasmas.
Muitas casas, têm à porta da rua, lanternas de abóboras. A Abóbora é esvaziada e são feitos buracos para os olhos, nariz e boca, depois é acesso uma vela lá dentro.
Cá em casa não se fugiu à regra, lá estava uma abóbora na varanda com uma vela lá dentro.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Magusto Tradicional em Codeçais

A Associação Cultural e Desportiva de Codeçais, organizou um Magusto Tradicional para o dia 31 de Outubro, havendo uma actuação do Grupo de Cantares de Carrazeda de Ansiães às 19:30 horas e às 21:00 horás actuará o Grupo de Teatro de Pombal de Ansiães.
A Associação, tem feito um trabalho magnífico em torno da cultura e do desporto, não deixando perder as tradições antigas, bem como trazendo à aldeia a alegria e convivência entre populares.
Mais uma vez a Associação está de parabéns.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Casa de Campo em Sampaio

Casa de campo, bem perto da Sr.ª da Rosa no Vale da Vilariça em Sampaio. Ao longo do Vale da Vilariça, encontram-se outras semelhantes estando algumas ao abandono como esta. Serviam e ainda servem algumas para as pessoas que trabalham no vasto vale se arrecolherem de intemperes, mas a sua principal função seria para arrecadação de alguns utencílios da lavoura.

sábado, 3 de outubro de 2009

Cruzeiro em Vilas Boas

Numa passagem por Vilas Boas, chamou-me a atenção, este cruzeiro junto à Escola Primária. Todo ele em granito, tendo a base assenta sobre três patamares também em granito. Na base, destaca-se uma imagem em azulejo representando o fogo do Purgatório sob a forma de uma fogueira, onde as almas, com as mãos levantadas pedem auxílio dos santos como S. José, S.António entre outros, do anjo S.Miguel Arcanjo, de Jesus Cristo crucificado, da Virgem Maria e do Espírito Santo e pedem também às pessoas que por lá passam que rezem por elas, para poderem ir para o Céu.
Imagens como esta encontram-se também nas alminhas espalhadas pelas localidades e caminhos deste vasto Nordeste Transmontano.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Varanda em Sampaio

Quando se procura, há sempre algo de interessante que nos chama a atenção. Na aldeia de Sampaio no concelho de Vila Flor, chamou-me a tenção esta casa, mais propriamente a varanda, quer pela sua construção em madeira, quer pela sua cor verde.
Esta varanda em madeira, não é única em Sampaio, existem mais algumas contruidas em madeira, tanto o chão como a protecção à sua volta, esta tem a particularidade de ser toda fechada ao contrario do que aconte-se com outras que têm agumas aberturas .
Fotografia: tirada na rua Cimo do Povo em Sampaio, freguesia do concelho de Vila Flor.

domingo, 20 de setembro de 2009

Vista Panorâmica de Torre de Moncorvo

Como já algum tempo não postava nada sobre Torre de Moncorvo, fica aqui um conjunto de cinco panorâmicas desta linda vila do Nordeste Transmontano.


Fotografias tiradas desde as Piscinas e do Estádio de Futebol, a primeira e última desde as bombas de gasolina no cruzamento das Piscinas. Pois estes pontos permitem fazer estas lindas panorâmicas, conseguidas através de fotomontagem, algumas de quatro e cinco fotografias.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Noras no Vale da Vilariça

No passeio pelo Vale da Vilariça , ao encontro das canameiras, uma das coisas que me chamou mais à atenção foi o estado degradante em que se encontram as noras.
Nora é um engenho ou aparelho para tirar água de poços ou cisternas. É constituído por uma roda com pequenos reservatórios ou alcatruzes. Possui uma haste horizontal acoplada a um eixo vertical que por sua vez está ligado a um sistema de rodas dentadas. Este sistema faz circular um conjunto de alcatruzes entre o fundo do poço e a superfície exterior. Os alcatruzes descem vazios, são enchidos no fundo do poço, regressam e quando atingem a posição mais elevada começam a verter a água numa calha que a conduz ao seu destino. O ciclo de ida e volta dos alcatruzes ao fim do poço para tirar água mantém-se enquanto se fizer rodar a haste vertical e o poço tiver água.
Não há canameira que não tenha uma nora. Ainda me recordo bem do macho ou burro andar em volta da nora com os olhos vendados a tirar água para regar a horta.

Com o aparecimento dos motores de rega, este sistema foi ficando cada vez mais fora de uso e hoje como se pode ver nas fotografias as noras no Vale da Vilariça estão ao abandono e num estado degradante.
É com tristeza que olha este cenário. Também a minha filha mais velha, me acompanhou neste passeio e ficou encantada nas noras que viu, sempre com a esperança de ver os alcatruzes a encherem-se de água, mas por onde começamos o nosso passeio não havia nenhuma em condições para funcionamento. Depois de passarmos por várias encontramos então uma em condições aceitáveis, onde matei saudades, agarrando no pau de madeira, fazendo circular os alcatruzes, enchendo-se estes de água e vertendo-a na calha, onde me baixei e bebi. Mas que água fresquinha!
A minha filha ficou encantado no que viu, e quis também fazer rodar os alcatruzes e beber daquela água fresquinha. Nunca tinha visto uma nora a deitar água. Pena não haver um burro ou macho a andar à volta a fazer circular aqueles alcatruzes, pois ela ficaria radiante.
Estas e outras fotografias no Blog "À Procura de Sampaio", em: http://aprocuradesampaio.blogspot.com/

Olhares sobre a Junqueira

Como todos os dias não me passa despercebida dos olhares, foi motivo para um registo fotográfico.

Junqueira, é mais uma aldeia situada no Vale da Vilariça, pertence à freguesia da Adeganha - Concelho de Torre de Moncorvo que dista desta cerca de 15 quilómetros.

É mais uma aldeia do Nordeste Transmontano a explorar, quando houver oportunidade para tal. Pois o interior da aldeia é-me bastante familiar, uma vez que nos meus tempos de juventude ia pela Junqueira com bastante regularidade, principalmente aos Domingos, mas nunca houve oportunidade para algum registo fotográfico.