Numa passagem por Vilas Boas, chamou-me a atenção, este cruzeiro junto à Escola Primária. Todo ele em granito, tendo a base assenta sobre três patamares também em granito. Na base, destaca-se uma imagem em azulejo representando o fogo do Purgatório sob a forma de uma fogueira, onde as almas, com as mãos levantadas pedem auxílio dos santos como S. José, S.António entre outros, do anjo S.Miguel Arcanjo, de Jesus Cristo crucificado, da Virgem Maria e do Espírito Santo e pedem também às pessoas que por lá passam que rezem por elas, para poderem ir para o Céu.sábado, 3 de outubro de 2009
Cruzeiro em Vilas Boas
Numa passagem por Vilas Boas, chamou-me a atenção, este cruzeiro junto à Escola Primária. Todo ele em granito, tendo a base assenta sobre três patamares também em granito. Na base, destaca-se uma imagem em azulejo representando o fogo do Purgatório sob a forma de uma fogueira, onde as almas, com as mãos levantadas pedem auxílio dos santos como S. José, S.António entre outros, do anjo S.Miguel Arcanjo, de Jesus Cristo crucificado, da Virgem Maria e do Espírito Santo e pedem também às pessoas que por lá passam que rezem por elas, para poderem ir para o Céu.segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Varanda em Sampaio
domingo, 20 de setembro de 2009
Vista Panorâmica de Torre de Moncorvo
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Noras no Vale da Vilariça
No passeio pelo Vale da Vilariça , ao encontro das canameiras, uma das coisas que me chamou mais à atenção foi o estado degradante em que se encontram as noras.
Nora é um engenho ou aparelho para tirar água de poços ou cisternas. É constituído por uma roda com pequenos reservatórios ou alcatruzes. Possui uma haste horizontal acoplada a um eixo vertical que por sua vez está ligado a um sistema de rodas dentadas. Este sistema faz circular um conjunto de alcatruzes entre o fundo do poço e a superfície exterior. Os alcatruzes descem vazios, são enchidos no fundo do poço, regressam e quando atingem a posição mais elevada começam a verter a água numa calha que a conduz ao seu destino. O ciclo de ida e volta dos alcatruzes ao fim do poço para tirar água mantém-se enquanto se fizer rodar a haste vertical e o poço tiver água.
Não há canameira que não tenha uma nora. Ainda me recordo bem do macho ou burro andar em volta da nora com os olhos vendados a tirar água para regar a horta.
Com o aparecimento dos motores de rega, este sistema foi ficando cada vez mais fora de uso e hoje como se pode ver nas fotografias as noras no Vale da Vilariça estão ao abandono e num estado degradante.
É com tristeza que olha este cenário. Também a minha filha mais velha, me acompanhou neste passeio e ficou encantada nas noras que viu, sempre com a esperança de ver os alcatruzes a encherem-se de água, mas por onde começamos o nosso passeio não havia nenhuma em condições para funcionamento. Depois de passarmos por várias encontramos então uma em condições aceitáveis, onde matei saudades, agarrando no pau de madeira, fazendo circular os alcatruzes, enchendo-se estes de água e vertendo-a na calha, onde me baixei e bebi. Mas que água fresquinha! Olhares sobre a Junqueira
Junqueira, é mais uma aldeia situada no Vale da Vilariça, pertence à freguesia da Adeganha - Concelho de Torre de Moncorvo que dista desta cerca de 15 quilómetros.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Hortas no Vale da Vilariça em Sampaio
Foi com saudades que fiz um passeio pelo vale da Vilariça no termo de Sampaio, olhando as canameiras, juntas à Ribeira da Vilariça, onde passei algum tempo de menino e da minha juventude.A população de Sampaio, dedicam-se essencialmente à agro pecuária. Os terrenos que possuem no Vale da Vilariça, são bem aproveitados para hortaliças e frutas diversas. Produzem também azeite, vinho, e amêndoa, mas os produtos de cultivo nas chamadas canameiras juntas à Ribeira da Vilariça, são essencialmente feijão, batata, alface, tomate, couve, etc. Estes produtos são para consumo próprio, mas grande quantidade é para abastecer os mercados de outras regiões.
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É com saudades que recordo os meus tempos de menino, quando saía da escola e ia com os meus pais para a canameira, ou na altura das férias que me levantava de madrugada para irmos regar as hortaliças. Ainda hoje me lembro do cheirinho da madrugada, daquele fresquinho junto à ribeira.
Hoje o cenário das canameiras no Vale da Vilariça já é um pouco diferente, havendo aquelas ainda bem cultivadas como se pode ver nas fotos, há outras praticamente ao abandono, pois as camadas mais jovens já não têm aquele interesse no cultivo da terra, ou arranjaram um trabalho noutra área ou então emigraram.
Só de me lembrar, daqueles campos todos cultivados e verdinhos com as hortaliças, olhar à volta e ver uma imensidão de gente logo de manha na labuta da terra, chegava-se a ficar todo o dia por lá, fazia-se de comer ou leva-se e na hora de mais calor comia-se à sombra da bebereira e dormia-se uma sesta e quando o sol já não queimava tanto, lá iam todos mais uma vez para a labuta. quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Vinha em Sampaio
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Passagem pelo Vilarinho da Castanheira
O Vilarinho da Castanheira pertence ao concelho de Carrazeda de Ansiães e dista desta vila cerca de 15 quilómetros.Fica situado a Sudeste do concelho, paredes meias com o concelho de Torre de Moncorvo, onde faz limite com a freguesia de Lousa. Está na encosta de um Monte onde tem o seu Santuário da Senhora da Assunção, estendendo-se para Nordeste, numa zona planáltica, ficando assim na margem direita do Douro. Vilarinho da Castanheira, é também conhecido pela Anta de Vilarinho da Castanheira, designada na zona por Pala da Moura, com pinturas rupestres feitas a vermelho que representam figuras humanas, uma serpente e outros sinais enigmáticos. Monumento este que pretendo visitar numa proxima passagem por esta aldeia do concelho de Carrazeda de Ansiães.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Codeçais é noticia há 50 anos
Hoje o Mensageiro Notícias, publicou uma notícia, de há 50 anos “Pelo Distrito" (in MB n.º 784, de 11-09-1959), sobre Codeçais, a qual subscrevo:
“Codeçais. Quem passa no comboiozinho do Tua, apenas entra no concelho da Carrazeda, abisma-se em montanhas que se perdem no céu. Seguimos com a respiração contida e o coração em sobressalto, não vão aquelas fragas ciclopicas rolar sobre nós e esmagar-nos. Por isso, pedimos a todos os Santos da corte celeste que o termo chegue. Mas digo-lhes que vale a pena parar, numa dessas estaçoezinhas cavadas no coração da montanha, descer e lançarmo-nos à escalada dos picos. As fragas logo nos surgem floridas de pinhais e sobros, muito verdes. E encantram-nos. Depois, nos curtos valejos em que um palmo de terra se abriga a vinha, a oliveira, a figueira a laranjeira - todas as árvores do paraíso terreal se desentranham em fruto deliciosos. Lá no cimo, a meia de escalada lenta e penosa, fica a aldeia de Codeçais, de 100 fogos, que nos oferece uma paisagem inédita, mas comovedora e maravilhosa, que ainda um dia há-de prender largamente, outra secção deste jornal. Aqui, vamos seguir por outro caminho – o das suas necessidade. Logo a sua escola, novinha em falha, do plano dos Centenários, lavada e fresca, aparece, a chamar-nos atenção. Possui um arremado de água canalizada, que lhe não basta. Já podia talvez ter o remédio em casa, se os técnicos e a Câmara não vissem o problema por prismas diferentes. Enquanto aqueles opinam que dve ser içada do rio, esta pensa explorá-la num outeiro sobranceiro, o que é menos seguro (embora mais barato), dado que as nascentes de encosta oferecem sempre fraca vitalidade, por mais abundantes que pareçam. O que importa é que o abastecimento se faça, vanha ela donde seja. O calcetamento, irregularísmo (ainda é do tempo da monarquia), precisa todo de revisão profunda. Falta-lhe o telefone, não obstante os esforços empreendidos para o conseguir. Mas a sua maior necessidade reside na falta de estrada. Compreensivelmente a Câmara anda com um rompimento, que ainda não foi além dos 400 metros até Pombal, por onde ficaria ligada à cabeça do concelho. O velho traçado até à estação do caminho de ferro, necessita de ser acabado e de pronto calcetamento, antes que as trovoadas o inutilisem. E a Luz? Ai o tormento de avistar, à noite e, as outras aldeias de lá do rio, a faiscar, e as desta banda ainda às escuras”Fotografias: Panorâmicas de Codeçais; Estação de Codeçais
Codeçais - II RAID BTT Socalcos do Tua 2009 em video
Para complementar a postagem Codeçais - II RAID BTT "SOCALCOS DO TUA", resolvi colocar um pequeno video sobre esse evento realizado na aldeia de Codeçais do concelho de Carrazeda de Ansiães.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Passeio por Samões
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Ave Turquesa do Antigo Sabor

No Sabor do peixe e da contrafacção
Súbita flecha entre as árvores
A morrer na enchente com o sonho
Submerso na esteira do rio-pântano
Guarda-rios fiscal de farda e boné azul
Subornado e pressionado na fronteira
Circulatória dos ventrículos do rio
Retarda um rancor pelos órgãos
e pelas igrejas submersas por
soldados de linhas direitas
Aguarda pela recapitulação das aves
Porque uma barragem é mais uma falha
Da natureza do que um edifício perpétuo
É a infusão do homem pelo cimento
Na sua lenta eutrofização
Poema: Tiago Patrício ( Revista de Poesia Saudad vol. 11)
Codeçais - II RAID BTT "SOCALCOS DO TUA"
Ontem, dia 06 de Setembro, realizou-se em Codeçais o seu II RAID BTT, intitulado “Socalcos do Tua”. O percurso teve uma distância aproximada de 35 km, com uma altimetria acumulada de cerca de 700 metros e a dificuldade de percurso média.
Às 7h:00 deu-se início a abertura do secretariado na Associação Cultural e Desportiva.Cheguei ao local da partida, isto junto ao Cruzeiro do Sr.º dos Aflitos às 8h:00, onde já havia um aglomerado de pessoas, entre as quais populares, a própria organização e os primeiros participantes. Participaram alguns clubes, o de Vila Flor entre outros, bem como alguns individualidades.
O início da partida estava programado para as 8h:30, mas deu-se às 9h:00, partindo assim para uma aventura em bicicleta.Por volta do meio dia começaram a chegar alguns ciclistas com um ar de cansaço no rosto, o que não é de admirar, pois o percurso tinha alguns pontos com uma certa dificuldade.
Para às 13h:00 estava programado um almoço e as 15h:00 entrega de lembranças aos participantes. Gostaria de estar presente para tirar algumas fotografias no momento de entrega das lembranças, mas por motivos pessoais não me foi possível.
A Associação Cultural e Desportiva de Codeçais, todos os envolvidos, estão de parabéns por esta iniciativa, pela boa organização e pelo trabalho desenvolvido em torno deste evento.domingo, 6 de setembro de 2009
Codeçais - Alminhas 1983
Em Codeçais, bem perto das Alminhas antigas, do outro lado da estrada, encontramos estas lindas alminhas, ainda bem recentes com origem de 1983.Estas Alminhas, tal como as antigas, são também em granito em forma rectangular, com uma cruz no topo, e por baixo desta existe um painel em azulejo.
Tem um canteiro com flores vedado com uma grade. De cada lado encontam-se ainda, uns bancos, onde já me sentei augumas vezes.

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