Estas são mais algumas das imagens, captadas no início do mês de abril, que a mãe natureza nos proporciona,com as cascatas/quedas de água.
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quinta-feira, 11 de abril de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Cascatas/Quedas de Água no Nordeste Transmontano (2)
Tudo isto é fruto da paixão pela fotografia, pela natureza e pela aventura, porque conseguir estas imagens não é fácil, é uma autentica aventura e os riscos que se correm ao chegar perto destas quedas de água, são enormes…Mas ao ver os resultados concluo que o sacrifício e risco compensa…
Imagens captadas nos primeiros dias deste mês de abril de 2013, algures no Nordeste Transmontano, onde a beleza das cascatas/quedas de água fascinam…
quarta-feira, 20 de março de 2013
Quedas de água num ribeiro de Codeçais (Concelho de Carrazeda de Ansiães)
As chuvas deste inverno fizeram com que o leito dos ribeiros subissem e permitissem assim algumas destas imagens de quedas de água.
E é assim com estas imagens que dizemos adeus a mais um inverno, dando de seguida lugar às belas imagens que a primavera, nos proporciona.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Cascatas/Quedas de Água no Nordeste Transmontano
Estas são algumas cascatas/quedas de água, que os ribeiros e riachos nesta altura do ano (janeiro de 2013), nos proporcionam, permitindo captar assim imagens como estas. Imagens estas captadas no concelho de Vila Flor, no ribeiro das Fontes, entre Samões e Freixiel e no ribeiro de Roios em Sampaio, bem no vale da Vilariça.
Outras imagens poderão ser vistas no Álbum “Cascatas/Quedas de água”, na minha página do facebook, em:
http://www.facebook.com/media/set/?set=a.168926859808351.35736.100000731134416&type=3
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 14 de março de 2011
Cascatas e Moinhos de Água em Sampaio (Concelho de Vila Flor)

Sábado, dia 12 de Março de 2011, o destino, levou-me até Sampaio, aldeia esta, bem situado no Vale da Vilariça. A manhã estava de chuva e como o céu não estava do meu agrado (muito nublado/branco), aproveitei para me deslocar até ao Ribeiro de Roios no "felgar" (nome dado ali às propriedades agrícolas), para fazer umas fotografias das quedas de água ao longo do ribeiro e dos Moinhos de Água. Depois de sair de Sampaio, virei à esquerda para a EN 102, e uns 500 metros depois virei à direita por um caminho em terra que vai dar ao "felgar". Deixando o carro ao cimo de um amendoeiral, segui a pé, com a bolsa da maquina ao ombro e o guarda-chuva na mão, pois sempre me protegia a mim e à maquina das gotas de água quem caiam do céu. Quando cheguei junto do ribeiro pela margem direita, já os pés estavam completamente encharcados, pois a vegetação estava toda molhada, como era de esperar. Desci junto ao ribeiro, para fazer os primeiros registos das quedas de água, depois voltei a subir seguindo pela mesma margem até aos Moinhos de Água, pois ali junto ao ribeiro ainda existem as ruínas dos antigos moinhos. 

Depois de algumas fotografias, voltei para traz até à ponte na EN 102, para poder passar para a outra margem, permitindo-me assim, chegar mais próximo das quedas de água com maior elevação. Descendo ribeiro abaixo, quando dei por mim, já estava junto às hortas, onde o ribeiro corre suavemente.
Ali os terrenos encontram-se cultivados, havendo mesmo pequenas estufas. A seguir voltei a subir pela margem direita em direcção aos moinhos, donde se tem uma vista geral dos terrenos de horta até à Ribeira da Vilariça.
Entrei dentro de um dos moinhos em ruínas, algumas paredes ainda se encontram em pé, mas outras estão completamente destruídas. No interior encostadas às paredes ainda se encontram duas mós (pedras graníticas redondas muito pesadas).
Ainda se conservam e são bem visiveis os diques/levadas por onde seguia a água até ao cubo, que por sua vez ia para os rodizios de madeira, que estavam ligados a mó (pedra granítica redonda muito pesada), esta móia o cereal (trigo, milho, cevada, aveia, etc.)
transformando-o em farinha, que depois era levada para casa.
Ainda se conservam e são bem visiveis os diques/levadas por onde seguia a água até ao cubo, que por sua vez ia para os rodizios de madeira, que estavam ligados a mó (pedra granítica redonda muito pesada), esta móia o cereal (trigo, milho, cevada, aveia, etc.)
transformando-o em farinha, que depois era levada para casa. Com o surgir das moagens industriais, os moinhos começaram a deixar de ser utilizados, até que acabaram por ficar abandonados sem a sua principal utilidade, que era moer o grão, transformando-o em farinha.
Os moinhos no "felgar", em tempos foram o sustento de muita gente, quer dos seus proprietários, quer de muitas pessoas do Vale da Vilariça, que ali levavam o grão para ser moído e depois transformado em farinha.
É pena que este património, não seja recuperado, valorizando assim a história e património da aldeia.
Pois já aqui falei noutros Moinhos de Água, que foram recuperados e o espaço envolvente transformado em local de lazer, isto no Vilarinho da Castanheira no concelho de Carrazeda de Ansiães (Moinhos de Água no Vilarinho da Castanheira). Sampaio, bem que podia seguir o exemplo, o que atrairia turismo para a aldeia.
Poderá ver esta postagem, também no blogue dedicado a Sampaio, em: http://aprocuradesampaio.blogspot.com/
É pena que este património, não seja recuperado, valorizando assim a história e património da aldeia.
Pois já aqui falei noutros Moinhos de Água, que foram recuperados e o espaço envolvente transformado em local de lazer, isto no Vilarinho da Castanheira no concelho de Carrazeda de Ansiães (Moinhos de Água no Vilarinho da Castanheira). Sampaio, bem que podia seguir o exemplo, o que atrairia turismo para a aldeia.
Poderá ver esta postagem, também no blogue dedicado a Sampaio, em: http://aprocuradesampaio.blogspot.com/
terça-feira, 20 de abril de 2010
Procurando os encantos do Sabor por terras do Felgar
Mais uma vez, decidi fazer uma caminhada pelo Sabor, desta vez por terras do Felgar. Quando decidi fazer esta caminhada era com o intuito de visitar dois lugares que irão ficar debaixo de água, devido à construção da barragem do Baixo Sabor, era então para visitar Cilhades e depois caminhar até Santo Antão da Barca, o que não veio a acontecer, pois quando cheguei junto ao rio decidi alterar os planos.Foi então dia 9 de Abril de 2010, que realizei esta caminhada. Depois de deixar a sede do concelho (Torre de Moncorvo), segui em direcção ao Carvalhal, seguindo para o Felgar. Já dentro do Felgar, a vontade de parar e fazer algumas fotografias da aldeia era grande, mas não podia perder tempo, pois tinha muito para andar.
Não fazendo a vontade ao meu ego, sigo então a estrada em alcatrão que me levaria até bem perto do rio, continuando depois em terra batida. Ao meio da estrada parei para fotografar umas alminhas e fazer umas panorâmicas do rio e toda a zona envolvente ao mesmo, donde pude ver algum movimento dos camiões na construção da barragem do Baixo Sabor e donde tive também uma vista geral de Cilhades, aldeia pertencente ao Felgar, situada na margem direita do rio, estando agora abandonada, mas onde noutros tempos ali viveram algumas famílias. Entrei no carro, vindo a parar junto ao rio, eram então 10:00 horas da manhã. Qual o meu espanto quando vejo que as águas do mesmo, não me permitiam passar pelo pontão para a margem direita do rio. Não havia então possibilidades de visitar Cilhades, foi então que decidi alterar os planos.
Como também tinha uma certa curiosidade ver o andamento das obras da barragem que irá destruir toda aquela paisagem maravilhosa que o rio oferece, resolvi então caminhar até ao local onde estão a decorrer as obras, pois não era muito longe dali, dava para ver os camiões do local onde me encontrava. Mas ai, surgiu outro problema, o acesso para o caminho que me levaria até esse local, estava também coberto com as águas de um ribeiro que vinham ali a desaguar ao rio, bom tive então que contornar o ribeiro procurando um sitio onde pudesse passar para o outro lado. Um pouco mais acima, lá consegui passar e segui por um monte, onde existem algumas oliveiras abandonadas, até conseguir chegar ao caminho. Cheguei então ao caminho, onde parei para fotografar o rio e os montes que o rodeiam. Linda imagem com que me deparava, as árvores e os montes reflectiam-se nas águas do mesmo, criando assim uma imagem extraordinária.
São momentos como estes que em pouco tempo quem por ali passar não vai ter oportunidade de admirar.
Deixando esta imagem, segui então o caminho por meio de um olival até chegar bem próximo do local das obras. Fiquei admirado, estupefacto, com o que via, como aquele lugar esta! Vê-se uma grande área ocupada pelas obras e escavada, onde maquinaria não falta, maquinas a trabalhar e camiões a circular, transportando aterro/pedregulho fazendo um enorme paredão.
Olhei em redor vendo toda aquela área envolvente ao rio e pensei para os meus botões: “ O que estão a fazer! Toda esta paisagem maravilhosa daqui a algum tempo se deixara de ver! Mas que pena!”
Virando as costas aquele cenário, regressei pelo caminho novamente até ao pontão, onde tinha deixado o carro, eram então 12: horas. Como não dava para passar para a outra margem para visitar Cilhades, limitei-me a fotografar e filmar esta, da margem do lado de cá.
Há um caminho em terra que segue ao longo do rio dando acesso aos terrenos agrícolas que por ali se encontram, pois toda esta área envolvente ao rio é montanhosa, mas com terrenos cultivados, não se encontrando grandes rochedos, sendo completamente diferente daquela que encontrei na caminhada que realizei no dia 6 de Abril, em que é mais agreste e montanhosa, com bastantes rochedos. Segui então pelo caminho, e então em frente a Cilhades, desci até à beira do rio e passado alguns instantes vi uma lontra no meio do rio, nisto tirei a câmara de filmar e preparo-me então para registar esse momento, mas sem sucesso, assim que ligo a câmara ela mergulha, não voltando a vê-la.
Cilhades encontrava-se logo a seguir ao rio do outro lado, com bastante pena não poder visita-la, dali a fotografei e filmei, destacando-se entre as casas em pedra a capela caiada de branco.
Cilhades encontrava-se logo a seguir ao rio do outro lado, com bastante pena não poder visita-la, dali a fotografei e filmei, destacando-se entre as casas em pedra a capela caiada de branco.
Segui o caminho, mas logo mais à frente chamou-me a atenção um pilar de uma ponte, mas sem ponte e então desci novamente até ao leito do rio. Ai vi um outro pilar, era de facto resultado da construção de uma ponte, pensei que teria sido uma antiga ponte que alguma cheia tive-se levado, mas ouvi dizer que essa ponte não acabou de ser construída, ficando-se apenas pelos pilares. Caso não tivesse sido assim agradeci informação sobre esta ponte.
Ali o espaço envolvente ao rio, encontra-se coberto por uma grande vegetação, destacando-se alguns freixos.
Ali se encontram dois pombais, completamente abandonados, onde um deles em forma circular se encontra completamente revestido de silvas, enquanto o outro não me pareci pombal algum, pois não era em forma circular, quase me parecia uma casa, só depois de ver o interior a que verifiquei que era um pombal, onde se destacam os vários orifícios que serviam de ninho para as pombas.
Mais à frente , ai sim há uma casa de habitação, onde parte dela já caída. Depois de ter visitado os seus interiores e feito algumas fotografias do interior para o exterior através de algumas portas e janelas, deixei esta e segui caminho.
Um pouco mais à frente senti o barulho de água a correr, apercebi-me que estava perto de um ribeiro.
Dirigi-me então a esse ribeiro, ribeiro dos moinhos, que vem do Souto da Velha, passando por meio de algumas silvas, ai fiz algumas fotografias daquela corrente de água, mas chamou-me a atenção um barulho ainda mais forte de água e dirigi-me até esse barulho, quando depara com uma magnífica cascata de água. Ali estive algum tempo a adimira-la, fotografando-a e filmando-a. Era sem dúvida uma coisa extraordinária, pois já algum tempo que andava com vontade de fotografar uma cascata de água.
Depois de algumas fotografias, regressei ao caminho, que passava por cima dessa queda de água, apreciado as flores campestres que surgiam ao longo do caminho e os montes envolventes ao rio.
Cheguei a um local, onde avistei um enorme rochedo do outro lado do rio e à direcção desse foi aí que resolvi não seguir mais em frente, pois já estava a ficar tarde e tinha que estar em Torre de Moncorvo às 17:00 horas, e como tinha que voltar para traz até onde tinha deixado o carro, tinha mesmo que ficar por ali. Ai sentei-me à sombra a comer alguma coisa e depois regressei, sempre pelo caminho, parando por vezes para alguma fotografia, chegando ao local donde tinha partido às 16:30 horas, regressando de seguida a Torre de Moncorvo.
Foi assim mais uma caminhada pelo Rio Sabor, registando na memoria, na fotografia e na filmagem a magnífica paisagem envolvente ao rio Sabor, que em bem pouco tempo não voltarei a ter o prazer de apreciar como agora se encontra, devido à construção de uma barragem.
A próxima postagem mostrará está caminhada em formato de vídeo.
Depois de algumas fotografias, regressei ao caminho, que passava por cima dessa queda de água, apreciado as flores campestres que surgiam ao longo do caminho e os montes envolventes ao rio.
Cheguei a um local, onde avistei um enorme rochedo do outro lado do rio e à direcção desse foi aí que resolvi não seguir mais em frente, pois já estava a ficar tarde e tinha que estar em Torre de Moncorvo às 17:00 horas, e como tinha que voltar para traz até onde tinha deixado o carro, tinha mesmo que ficar por ali. Ai sentei-me à sombra a comer alguma coisa e depois regressei, sempre pelo caminho, parando por vezes para alguma fotografia, chegando ao local donde tinha partido às 16:30 horas, regressando de seguida a Torre de Moncorvo.
Foi assim mais uma caminhada pelo Rio Sabor, registando na memoria, na fotografia e na filmagem a magnífica paisagem envolvente ao rio Sabor, que em bem pouco tempo não voltarei a ter o prazer de apreciar como agora se encontra, devido à construção de uma barragem. A próxima postagem mostrará está caminhada em formato de vídeo.
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