Sampaio, já há alguns anos, que não celebrava as Festas em honra de Nossa Senhora da Rosa, mas depois de se celebrar a festa de Maio voltou-se a apanhar animo e vontade de se celebrar também a "Festa Grande", como se costuma dizer em Sampaio. Este ano apanhou também o mês de Julho, realizando-se então no 31 de Julho e 1 de Agosto. segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Sampaio - Festa em honra de N.ª Sr.ª da Rosa (1)
Sampaio, já há alguns anos, que não celebrava as Festas em honra de Nossa Senhora da Rosa, mas depois de se celebrar a festa de Maio voltou-se a apanhar animo e vontade de se celebrar também a "Festa Grande", como se costuma dizer em Sampaio. Este ano apanhou também o mês de Julho, realizando-se então no 31 de Julho e 1 de Agosto. terça-feira, 27 de julho de 2010
Recordar é Viver - Antigos Alunos e Professores da Escola Primaria de Sampaio
Esta postagem é dedicada a todos aqueles (Alunos e Professores), que passaram pela Escola Primaria de Sampaio. Pois já algum tempo, que tinha pensado neste assunto. Eu, já tinha algumas fotografias, mas depois de um reencontro, não pessoal, mas via internet, com a minha antiga Professora da 4.ª classe, ela me cedeu algumas destas fotografias em grupo, com professores e alunos, que em tempos conviveram e aprenderam, nesta escola, que hoje se encontra em pleno abandono, o que é de lamentar.
sábado, 24 de julho de 2010
Festa em Honra de N.ª Sr.ª da Rosa (31 de Julho e 1 de Agosto de 2010)
Sampaio, vai estar novamente em Festa. Depois de alguns anos sem se realizar a festa do mês de Agosto, este ano Sampaio, conta com duas festas: Festa em honra de Nossa Senhora da Rosa que teve lugar no dia 1 e 2 de Maio (1.º Centenário do Sr.º Reitor de Sampaio e Festa de N.ª Sr.ª da Rosa ( O Filme)), e no dia 31 de Julho e 1 de Agosto, volta a realizar-se a dita "Festa Grande", em honra de Nossa Senhora da Rosa. sábado, 10 de julho de 2010
Fonte/Fontanário/Tanque em Sampaio
Já lá vai algum tempo, isto a 23 de Março, que captei esta imagem no Largo do Pelourinho, na aldeia de Sampaio - concelho de Vila Flor. Trata-se de uma fonte/fontanário ou tanque, nome pelo qual é mais conhecido na aldeia de Sampaio, cuja construção data de 1945.quarta-feira, 9 de junho de 2010
Sampaio - Anta de N.ª S.ª da Rosa
Na aldeia de Sampaio, no Concelho de Vila Flor, mais propriamente na área envolvente à Capela de N.ª Sr. da Rosa, junto à Ribeira da Vilariça, existe uma anta (Anta de N.º Sr,ª da Rosa) e duas antelas (antas mais pequenas). As Antas ou Dólmens, são monumentos megalíticos tumulares colectivos, típicos da sociedade pré-histórica, edificadas essencialmente no período neolítico, caracterizados por terem uma câmara de forma poligonal ou circular utilizada como espaço sepulcral. A câmara dolménica era constituída com grandes pedras verticais que sustentam uma grande laje horizontal de cobertura. As pedras em posição vertical, dominadas esteios ou ortóstatos, são em número variável entre seis e nove. A laje horizontal é designada de chapéu, mesa ou tampa. Quanto à superfície da câmara dolménica não supera o metro quadrado.
Depois de há um ano atrás ter tentado encontrar estes exemplares, mas sem sucesso, voltei ao local no dia 3 de Junho. Sai de Vila Flor às 07:30 horas, chegando a Sampaio às 07:45 horas. Ao fundo/entrada da aldeia, junto à nacional 102/IP2, existe uma placa com a indicação das antas, a partir dai não existe qualquer outra indicação, nem das antas nem da capela. Como já desde os tempos de menino que conheço o caminho para a ribeira e a Capela de N.ª Sr.ª da Rosa, não sendo então novidade para mim o trajecto, mas era novidade a existência das Antas.
Depois de deixar a estrada segui então o caminho em terra, agora em brita até à ribeira. Depois deixei este caminho em brita e segui outro em terra batida em direcção à chã grande com continuação para a capela. Pois para aqueles que não conhecem o local seria bastante difícil chegarem à capela devido a existência de vários caminhos e sem qualquer placa a sinalizar o local.
No dia da minha exposição fotográfica em Sampaio, falei nas antas com habitante da aldeia, mostrando o meu interesse em fotografar as antas e ele disse-me onde se localizavam. Por isso cheguei à Chã Grande, onde se encontram algumas vinhas e parei o carro. Dali consegui ver a Capela de N.ª Sr.ª da Rosa, tratei então de seguir mais ou menos o trajecto por meio de monte que me tinham indicado.
O monte era rasteiro, composto por arças, algumas giestas e erva bastante alta dificultando a procura de tal antiguidade. Depois de percorrer um pouco desse monte, qual foi o meu espanto, quando vi umas pedras no meio da erva, pensei logo que se tratava de uma anta. Sem dúvida, tinha encontrado aquilo que há um ano procurei e não muito longe dali, tendo passado até bem perto dela.Via-se que se tratava de uma anta, mas em bastante mau estado, apenas verifiquei a existência de algumas pedras ao alto, mas sem a parte superior (tampa) como estamos habituados a ver como o exemplo da anta de Zedes no concelho de Carrazeda de Ansiães.
Fiz algumas fotografias da mesma, e tratei de procurar as outras, uma vez que tinha conhecimento da existência de mais duas, mas depois de ter procurado por algum tempo, acabei por desistir, pois o monte não me permitiu encontrar mais nenhuma. Talvez noutra visita ao local tenha mais sorte.
Pois é de lamentar que este tipo de antiguidades (monumentos históricos), fiquem assim deitados ao abandono e que ninguém faça algo por preserva-los, encontrando-se no meio do monte, dificultando assim a sua procura.
O mais absurdo é ainda, existir uma placa ao fundo/à entrada da aldeia, com a indicação das antas, e a partir dai não haver nenhuma outra placa ou qualquer indicação a indicar a localização quer das antas, quer da capela. Quem pensar em visitar estes monumentos, depois desta placa anda uns 100 metros tem logo outro caminho, chega ali e surge a dúvida: “Qual o caminho a seguir!?”, eu se não conhece-se era assim que me interrogava. Mas como existe este caminho, mais à frente há outros e ai surgiria novamente a dúvida. Enfim!
Seria bom quem a Junta de Freguesia, Autarquia e outras Entidades Locais, contribuissem para o aproveitamento, reabilitação e restauração daquilo que a nossa aldeia possui de histórico, obras resultantes dos nossos antepassados, é necessário dinamizar um pouco mais a aldeia, podendo começar por estes pontos turísticos, pois haverá sempre alguém que nos visite, não seja apenas por motivos económicos/financeiros, mas pelo aspecto cultural, turístico e pelo bom nome da nossa freguesia.
terça-feira, 8 de junho de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
1.º Centenário do Sr.º Reitor de Sampaio e Festa de N.ª Sr.ª da Rosa ( O Filme)
Para complementar a postagem Sampaio - O Dia da Festa de N.ª Sr.ª da Rosa e 1.º Centenário do Sr.º Reitor de Sampaio , ficam aqui algumas partes (excertos) do filme que realizei e passei para DVD, com todos os momentos das comemorações e da festa. Filme este que passou no dia 9 e 16 de Maio na Junta de Freguesia de Sampaio, juntamente com a Exposição de Fotografia "Uma Cruz em Sampaio". Este primeiro vídeo, mostra o início do filme que começa por se ver a Santa Cruz com a aldeia de Sampaio lá ao fundo, seguindo-se o início das comemorações com o desfile da Banda de Música de Vila Flor pelas ruas de Sampaio. Depois já no Largo da Fonte, agora Largo do Sr.º Reitor de Sampaio dirigiu-se aos presentes o Presidente da Junta de Freguesia de Sampaio, abrindo assim as comemorações.
A 2.ª parte do filme não publicada aqui no blogue, refere-se à conferência pelo Pe. Joaquim Leite, referenciando a Vida e Obra do Sr.º Reitor, não deixando também de fazer referência à obra deixada pelo S.º Reitor: a Santa Cruz, que foi mandada colocar no monte de S. Pedro ou monte dos Mouros entre 130 a 150 anos.
A 3.ª parte do filme, também não mostrada aqui no blogue, refere-se a intervenção por parte do Sr.º Presidente da Câmara Municipal (Dr.º Artur Pimentel), dirigiu-se aos presentes agradecendo a sua presença e referindo-se as obras que estão previstas realizarem-se no monte da Santa Cruz, conservando/preservando a Cruz actual ou então substituindo a actual por uma outra cruz, mas mantendo no local a que o Sr.º Reitor ali mandou colocar. Referiu-se ainda às obras a realizar na capela de N.ª Sr.ª Rosa à beira da ribeira da Vilariça. No final da sua intervenção convidou os familiares do Sr. Reitor para o descerramento da Lápide Comemorativa.
A 4.ª parte do filme, refere-se ao descerramento da Lápide comemorativa por parte do Sr.º Presidente da Câmara e familiares do Sr.º Reitor, acto este aplaudido por todos os presentes. Com o descerramento desta lápide o Largo da Fonte, passou a chamar-se Largo do Sr.ª Reitor de Sampaio. Também junto à Lápide encontrava-se a minha Exposição de Fotografia “Uma Cruz em Sampaio, sendo observada e admirada por pessoas da aldeia e visitantes, não deixando de me dar os parabéns pelo trabalho mostrado.
Também o Grupo Coral de Vila Flor e Sampaio, teve um papel importante com os seus cânticos a N.ª Sr.ª da Rosa.
Depois do descerramento da Lápide, deu-se início à Missa, seguida da procissão pelas ruas da aldeia, acompanhada pela Banda de Música de Vila Flor, onde estiveram presentes os andores de N.ª Sr.ª da Rosa (o principal, uma vez que era a festa em honra de N.ª Sr.ª da Rosa), o de St.º André (Padroeiro de Sampaio), o do Menino Jesus e o de N.ª Sr.ª de Fátima. Depois de percorridas as ruas da aldeia regressaram à Igreja Matriz, terminando com a actuação da Banda de Música em frente à Igreja. Estes momentos da missa e da procissão não se encontram aqui expostos no blogue mas fazem parte do filme.
A noite foi abrilhantada com a música de Bruno Cordeiro, onde não estive presente. Mas o filme termina com este último vídeo, onde se pode ver a actuação dos “Onda Norte” no Sábado à noite, onde não faltou um pezinho de dança. mas para terminar nada melhor do que com fogo de artifício.
NOTA: Todos os momentos desde o início das comemorações até ao final da festa, inclusive sábado à noite, foram filmados por mim e gravados em DVD, com duração de 2:30 horas. Caso haja alguém interessado no filme é favor entrar em contacto comigo pessoalmente ou então para jorge_delfim@clix.pt .
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Exposição de Fotografia "Uma Cruz em Sampaio" e Passagem de Filme
Dia 09 e 16 de Maio, a Exposição de Fotografia "Uma Cruz em Sampaio" de Jorge Delfim, vai estar patente ao público a partir das 14:00 horas, com as fotos expostas nas comemorações do 1.º Centenário do Sr.º Reitor de Sampaio e outras mais.quarta-feira, 5 de maio de 2010
Exposição de Fotografia "Uma Cruz em Sampaio" - O Dia da Abertura
Dia 2 de Maio, teve lugar a abertura da minha Exposição de Fotografia "Uma Cruz em Sampaio", no Largo da Fonte, agora Largo do Sr.º Reitor de Sampaio, em Sampaio, onde decorreram as Comemorações do 1.º Centenário da Vida e Obra do Sr.º Reitor de Sampaio, que descrevi na postagem anterior: Sampaio - O Dia da Festa de N.ª Sr.ª da Rosa e 1.º Centenário do Sr.º Reitor de Sampaio.
Todo a gravação que fiz da festa e cerimonias, vai ser passada para DVD e espero ser possível passa-la nesses dois dias em que a exposição vai estar aberta ao publico.
Fotografias cedidas pela Câmara Municipal de Vila Flor
Sampaio - O Dia da Festa de N.ª Sr.ª da Rosa e 1.º Centenário do Sr.º Reitor de Sampaio
A Aldeia de Sampaio, nos dias 1 e 2 de Maio, esteve em festa, festa esta em honra de Nossa Senhora da Rosa e Comemorações do 1.º Centenário do Sr.º Reitor de Sampaio . O início da festa deu-se no Sábado, dia 1, com a abertura do bar às 15:00 horas, sendo a noite abrilhantada com a actuação do Grupo Musical Onda Norte.
O início das cerimónias deu-se entre as 14:30 e as 15:00 horas, começando com a actuação da Banda Filarmónica de Vila Flor, que desfilou, pelas ruas da aldeia, vindo a terminar junto ao Largo da Fonte.onde cantaram algumas versos à Sr.ª da Rosa, entre os quais:
De seguida deixaram o palco e dirigiram-se junto as alminhas, para o descerramento da lápide comemorativa por parte do Sr.º Presidente da Câmara e familiares do Sr.º Reitor.
E foi então altura de se acompanhar a Procissão, que percorreu as ruas da aldeia, acompanhada pela Banda Filarmónica de Vila Flor, regressando de seguida à Igreja Matriz, onde ficaram os andores. Depois da procissão terminar a Banda Filarmónica passou a actuar em frente a Igreja e no largo, mostrando ao povo as belas melodias tocadas pelos seus artistas.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Exposição de Fotografia de Jorge Delfim "Uma Cruz em Sampaio"
A Exposição de Fotografia de Jorge Delfim "Uma Cruz em Sampaio", vai estar patente ao público no dia 02 de Maio, no Largo da Fonte em Sampaio, onde vão decorrer as Comemorações do 1.º Centenário da Vida e Obra do Sr.º Reitor de Sampaio, tendo sido aí pároco e foi quem mandou há 130 anos, erguer a Santa Cruz em Sampaio. Esta cruz fica situada no cimo de um cabeço, localizado a seguir ao ribeiro de Roios, entre Sampaio e Lodões. No mesmo dia realizar-se-a também a Festa de N.ª Sr.ª da Rosa.quarta-feira, 21 de abril de 2010
Festa de N.ª Sr.ª da Rosa/1.º Centenário da Vida e Obra do Sr.º Reitor de Sampaio
Sampaio, dias 1 e 2 de Maio, vai estar em Festa. Já lá vão alguns anos que as gentes desta aldeia do concelho de Vila Flor, não saboreiam o gosto de um bailarico nas festas em honra de Nossa Senhora da Rosa.A aparição de Nossa Senhora da Rosa, deu-se junto à Ribeira da Vilariça, onde se construiu uma capela em sua honra e onde faziam a festa a Nossa Senhora e tendo-se ali realizado noutros tempos uma feira franca.
Este ano, para além da festa em honra de Nossa Senhora da Rosa, também vai ter lugar o 1º Centenário da Vida e Obra do Reitor de Sampaio - Pe. José Tibúrcio de Azevedo.
Pe. José Tibúrcio de Azevedo, nasceu em Sampaio, tendo sido aí pároco e foi quem mandou há 130 anos, erguer a Santa Cruz em Sampaio. Esta cruz fica situada no cimo de um cabeço, localizado a seguir ao ribeiro de Roios, entre Sampaio e Lodões.
Para aqueles que não sabem quem foi o Pe. José Tibúrcio de Azevedo, deixo aqui um texto elaborado, pelo Pe. Joaquim Leite, sobre a Vida e Obra do Sr.º Reitor de Sampaio:“Pe. José Tibúrcio de Azevedo - Nasceu em Sampaio, na Vilariça, em 1829. E Lá repousa, na Igreja Matriz, desde 1909. Não foi possível apurar a data da sua ordenação. Mas, em Janeiro de 1859, foi nomeado pároco recomendado da sua terra natal e, provavelmente, de Lodões e de Roios. Passa mais tarde a Reitor, o “Reitor de Santo André de Sampaio de Villa Flôr”, sendo referenciado no Discorsi Del Sommo Pontefice Pio IX , por II Pius, datado de 1878, como “utile dare i nomi nell´idioma originale di questo primo importante pellegrinaggio portoghese: P. José Tiburcio de Azevedo, Reitor de Santo André de Sampaio de Villa Flôr…» assim se mantendo até à sua morte.
O Sr. Reitor nada escreveu sobre si mesmo. Também não consta que outros o tenham feito. Deixou, contudo, memória na tradição oral. Com os testemunhos recolhidos, quase todos em segunda e terceira mão, foi possível reconstituir o perfil humano e sacerdotal desse homem de Deus. Bem cedo a sua acção pastoral ultrapassou os limites geográficos da paróquia. Não que fosse ele a transpô-los. Mas porque, de perto e de longe, as pessoas vinham ter com ele para se aconselharem e confessarem os seus pecados. Bem pode dizer-se que foi o guia espiritual da Vilariça. O seu grande carisma parece ter sido o ministério da Direcção Espiritual que exige muita disponibilidade de tempo, grande capacidade de escuta e muita gratuitidade a vários níveis. O primeiro centenário da sua morte, que ocorre neste ano de 2009, e o Ano Sacerdotal inaugurado por Bento XVI em Junho passado são duas oportunidades a não perder para reavivar a memória daquele que, dalgum modo, e salvas as devidas distâncias, foi Cura d´Ars da Vilariça.
O Sr. Reitor foi certamente mais moderado nos jejuns e penitências que o patrono do Ano Sacerdotal. O seu nome nunca ultrapassou o Vale da Vilariça nem na vida nem na morte. Também nunca será santo de altar. Mas pela sua espiritualidade enraizada na Cruz e nos Corações de Jesus e Maria, pela sua solicitude para com todos os que vinham ter com ele e pelo sentido de rectidão e justiça, o seu nome, está, sem dúvida, inscrito no calendário dos santos anónimos com solenidade anual no 1º de Novembro.
O maior testemunho da sua vida foi e é a Cruz implantada no cume alcantilado do Cabeço de São Pedro. Este monte, visível de toda a Vilariça, delimita os termos de Sampaio, de Lodões e de Roios.Para os Vilariços, o Monte da Santa Cruz é um lugar mítico, histórico e santo. Mítico porque ele guarda nas profundezas das suas entranhas, os mitos e lendas de todo o Val; histórico porque foi castro romano cujos vestígios foram estudados pelo Dr. Santos Júnior, da Universidade do Porto; e santo desde que no seu cume foi implantada a Santa Cruz. O Dr. Santos Júnior, no seu estudo publicado, O Castro de Sampaio, (e também de Lodões), alude, juntamente com a tradição, às peregrinações do três de Maio em que a Liturgia celebrava então a Invenção da Santa Cruz.
Com o peso dos anos, a Cruz, que é de zimbro, está hoje ligeiramente inclinada como a Torre de Pisa. Mas, como não goza da sua celebridade, vai tombar mais dia menos dia. Implantada há cerca de 130 anos, é quase por milagre que ela ainda se mantém de pé. Permitirá a Fé e o brio dos Vilariços que se apague este sinal de Esperança em boa hora ali implantado? Guardar religiosamente a velha cruz como preciosa relíquia e implantar uma nova de matéria mais sólida seria a melhor maneira de celebrar o primeiro centenário da morte do Sr. Reitor e o Ano Santo Sacerdotal. Já nem se fala em valorizar culturalmente o lugar. Quem se atreve a subir lá fica pura e simplesmente deslumbrado.”
Texto elaborado pelo Pe. Joaquim Leite

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