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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Cascatas/Quedas de Água no Nordete Transmontano (3)

Estas são mais algumas das imagens, captadas no início do mês de abril, que a mãe natureza nos proporciona,com as cascatas/quedas de água.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Cascatas/Quedas de Água no Nordeste Transmontano (2)



Tudo isto é fruto da paixão pela fotografia, pela natureza e pela aventura, porque conseguir estas imagens não é fácil, é uma autentica aventura e os riscos que se correm ao chegar perto destas quedas de água, são enormes…Mas ao ver os resultados concluo que o sacrifício e risco compensa… 
Imagens captadas nos primeiros dias deste mês de abril de 2013, algures no Nordeste Transmontano, onde a beleza das cascatas/quedas de água fascinam…

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Escolas do Nordeste Transmontano saem à rua para desfile de Carnaval

Como estamos na época de Carnaval, uma vez mais as ruas de muitas vilas e cidades do Nordeste Transmontano, vão-se encher de alegria e folia, com os desfiles de Carnaval levados acabo pelas Escolas, Municípios e Associações, sendo de louvar esta iniciativa, revivendo e mantendo assim a tradição desta época carnavalesca.
Em muitas vilas, são as crianças das escolas (Pré-Escolar; 1.º Ciclo e 2.º Ciclo), que mantêm viva a tradição ao desfilarem pelas ruas, com trajes feitos pelos Alunos com a ajuda de Professores, Funcionários e Encarregados de Educação. A realização dos desfiles, não seria possível, sem a colaboração de toda a Comunidade Educativa, Municípios, Guarda Nacional Republicana, Bombeiros Voluntários, entre outras Associações. 
Amanhã (17 de fevereiro), vai ser o dia de muitas escolas saírem à rua para mais um desfile de Carnaval, onde não vai faltar alegria e folia.
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Fotografias: Imagens captadas no decorrer do desfile de Carnaval das Escolas de Torre de Moncorvo, pelas ruas da vila no ano de 2011.

domingo, 1 de janeiro de 2012

FELIZ 2012

UM 2012 CHEIO DE COISAS BOAS, MUITA PAZ, SAÚDE E ALEGRIA, SÃO OS VOTOS DO BLOGUE:
 "O CANTINHO DO JORGE - À PROCURA DO NORDESTE TRANSMONTANO"

domingo, 2 de outubro de 2011

Um olhar sobre o céu Transmontano

Nem sempre andamos de olhos postos no céu, mas o céu, por vezes surpreende-nos com imagens extraordinárias. São imagens como estas que fazem a diferença!
Este é o céu Transmontano....

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Depois da flor, vem o fruto - Amêndoas

 Depois da flor, vem o fruto. A amêndoa, está agora verde em fase de crescimento, aguardando os meses de Agosto e Setembro.
É nesses meses, que se procede à apanha e o partir da amêndoa, retirando o grau, de dentro da casca seca, sendo depois usado nos pães, nos bolos, nos enchimentos, nas confecções dos doces, e nas decorações. 

Fotografias: Imagens captadas em Torre de Moncorvo

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Um Olhar sobre Moncorvo


Um olhar sobre Moncorvo, com destaque para a Igreja Matriz e para a Serra do Reboredo, dois símbolos marcantes desta vila do Nordeste Transmontano.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Flor da Arça (Lavandula stoechas ssp. sampaiana)

A Arçã, também chamada de arçanha, rosmaninho-maior ou rosmano,  pertence à família das alfazemas ou lavandas. É uma planta subarbustiva, sendo identificada pelo cheiro parecido ao da alfazema e pelas flores em forma de espigas, geralmente pequenas (2 a 8 cm), compostas por pequenas flores tubiformes, estando o conjunto completado por longas brácteas violetas, lilares ou brancas que enfeitam o cimo da espiga em forma de penacho.
Nesta altura do ano, enchem os nossos montes de roxo, juntamente com o branco e amarelo das giestas.  
É utilizada como perfume doméstico e as suas flores são muito desejadas pelas abelhas. É um estimulante anti-pasmódico e tónico, fabricando-se das suas flores uma infusão (15 por 1000).
Esta infusão é também aconselhada para a asma úmida e catarros crónicos. É  utilizada também em banhos, para  tratamento de problemas funcionais de circulação.
Fotografias: Arçãs em Pereirosconcelho de Carrazeda de Ansiães, aquando da subida ao cabeço de nome “castelo”.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Reabertura da Linha "Pocinho - Barca D'Alva"

Pela Reabertura da Linha "Pocinho - Barca D'Alva"
Passeio Pedonal "Pocinho – Estação do Côa" 
"Neste momento, passou a ser incontornável, as instituições assumiram responsabilidades que não podem ser paradas por qualquer Governo".
Agora sim, damos a volta a isto!
Agora sim, há pernas para andar!
Agora sim, eu sinto o optimismo!
Vamos em frente, ninguém nos vai parar!

(…)
Agora sim, temos a força toda!
Agora sim, há fé neste querer!
Agora sim, só vejo gente boa!
Vamos em frente e havemos de vencer!
(…)
Agora sim, cantamos com vontade!
Agora sim, eu sinto a união!
Agora sim, já ouço a liberdade!
Vamos em frente, e é esta a direcção!


Deolinda (Movimento Perpétuo Associativo)

NÃO VÃO SEM MIM, PORQUE EU VOU LÁ ESTAR...

Para consultar o programa visite o Blogue Foz-Côa Friends, em: http://fozcoafriends.blogspot.com/2011/04/passeio-pedonal-pocinho-estacao-do-coa_09.html

terça-feira, 5 de abril de 2011

Mundo Rural no Nordeste Transmontano

Nos meus passeios, por algumas das aldeias do Nordeste Transmontano, deparo com imagens como estas, que mostram bem o mundo rural, como se vive na aldeia.

Fotografias:
- três primeiras: captadas na aldeia de Carviçais no concelho de Torre de Moncorvo;
- última: captada na aldeia de Grijó, no concelho de Macedo de Cavaleiros.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Fragada de Estevais/Adeganha

Quem passa na EN 102, bem no Vale da Vilariça, fica deslumbrado, com estas imagens que a fragada de Estevais/Adeganha, proporcionam, agora revestida de verde dos carrascos e dos zimbros e o branco das giestas.
Como é lindo o Nordeste Transmontano!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Arrematação de S. Sebastião em Freixiel 2011 (2)

Ontem, dia 30 de Janeiro de 2011, realizou-se em Freixiel, no concelho de Vila Flor, mais uma tradição da Arrematação de S. Sebastião. Da parte de manhã Recolheu-se por toda a aldeia os produtos para leiloar na parte de tarde em frente à Igreja Matriz, produtos estes que são na sua maior parte produtos da terra.

A Arrematação de S. Sebastião é um acontecimento importante, vivido com enorme emoção e entusiasmo por toda a população de Freixiel.  No ano anterior, existiu a vontade de estar presente na Arrematações de S. Sebastião, mas passou o dia e eu sem me lembrar, mas este ano uma amiga de Freixiel, fez o favor de me lembrar, convidando-me para estar presente na arrematação, à qual passo a agradecer, pelo convite. Cheguei então eu e a família a Freixiel por volta das 14:15 horas. Em frente  à Igreja, local habitual das Arrematações de S. Sebastião, onde já havia algumas pessoas. Eram muitos os produtos expostos para leiloar, principalmente produtos da terra desde cebolas, figos, abóbora, feijão, batata, vinho, enchidos/fumeiro, ovos, entre outros, havia também muitos bolos, uns feitos em casa outros de pastelarias, acompanhados estes sempre por bebidas variadas. Além das pessoas da aldeia, havia também muitos de outras localidades, que foram chegando, sendo já habitual a sua presença em anos anteriores, levando sempre alguma coisa para casa. Em anos anteriores, segundo soube, havia os "galheiros", ramos de zimbro onde eram pendurados alguns produtos, mas este ano não existia nenhum.  Às 14:20 horás, a dar início à arrematação, três senhores entraram no interior do circulo formado pelos produtos a arrematar, pelas pessoas sentadas em bancos da igreja e pela mesa onde se recebia o dinheiro.
O arrematador deste ano, foi o Senhor João, Presidente da Junta, tendo todo o jeito e boa disposição para tal, deu então início à arrematação como já é costume em anos anteriores com os “segredos”, nome dado, a  pequenos embrulhos, por não se saber o que estes contem, o que tem uma certa graça. Pois quer os adultos, quer as crianças, estão sempre curiosos com o que lhes pode calhar. Vim a saber que antigamente esses “segredos” continham algo fora do vulgar, algumas “maldades”, o que agora já não acontece. 
Depois começou-se com a arrematação dos bolos, que eram muitos e sempre acompanhados com uma garrafa de bebida (vinho verde, espumante, etc.), sendo um desses bolos e algo mais arrematado pela minha esposa, pois ir a uma arrematação e não trazer nada para casa, é como lá não ter ido. Alguns eram arrematados e guardados para se levarem para casa, outros eram ali mesmo servidos, sendo exemplo disso um bolo arrematado pelo S.º Padre Zé, pároco da aldeia, que começou por distribui-lho pelos presentes, sempre com um sorriso nos lábios, muito extrovertido e participativo, puxando bem pelo valor dos produtos leiloados, ficando mesmo com alguns deles.
A acompanhar a arrematação, havia aqueles que lá bebiam um “pinguita de vinho” pela "bota" e como um bom transmontano, não me fazendo de rogado lá mostrei também que sabia beber por esta, o que já não era novidade para mim, pois nas aldeias ainda há quem leve uma “bota” de vinho, quando vai trabalhar para o campo.
Depois dos bolos chegou a vez de se arrematarem os produtos propriamente ditos da terra, resultantes da agricultura, entre estes havia também animais (duas pitas e um galo) e uma cesta com enchidos. Prolongou-se assim por toda a tarde a arrematação até serem completamente “escoados” todos os produtos, o que veio a acontecer às 16:25 horas. No final da arrematação deu-se início à contagem do dinheiro conseguido, revertendo este a favor da igreja. Foi super agradável ter estado presente na Arrematação de S. Sebastião em Freixiel, pois toda a população de Freixiel, está de parabéns por manter viva esta tradição, o que é de louvar.
Obrigado à Dona Fátima Rosinha de Freixiel, pelo convite e pela cedência das suas fotos, que mostram alguns dos momentos vividos durante a manha de Domingo na recolha dos produtos pela aldeia. Bem haja Dona Rosa, pois para o ano, se possível lá estarei novamente para mais uma Arrematação de S. Sebastião.
Em breve será colocado aqui no blogue, um vídeo com alguns momentos vividos durante a arrematação.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A Neve chegou a Vila Flor




Hoje, dia 27 de Janeiro de 2011, a neve chegou a Vila Flor. Eram então 8:40 horas e já era este o cenário. Está a never em todo o Nordeste Transmontano e parece que é para continuar. Vá aproveitem, coloquem os gorros e as luvas e vão para a rua brincar.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Rebanho de ovelhas no Vilarinho da Castanheira

Rebanho de ovelhas, perto do Vilarinho da Castanheira no concelho de Carrazeda de Ansiães.
Em quase todas as aldeias transmontanas existe pelo menos um rebanho de ovelhas ou cabras, pois noutros tempos nalgumas aldeias existiam mesmo 3 e 4 rebanhos, mas hoje já não, pois é um trabalho que nem todos gostam de fazer e também já não é rentável como era noutros tempos. Mas é sempre agradável ver um rebanho de ovelhas ou cabras a pastar nos campos transmontanos.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Lançamento do Livro “Na Sombra da Ternura” de Fernando Silva e Noite de Fados com o Grupo “Solar do Meireles”

No dia 4 de Dezembro pelas 15:30 horas, decorreu no Auditório Adelina Campos em Vila Flor, o lançamento do livro “Na Sombra da Ternura” da autoria de Fernando Silva, um filho de Vila Flor, que está distante no espaço, mas que tem sempre presente consigo, a terra onde nasceu bem como as suas gentes.  
Manuel Fernando Carvalho da Silva, nasceu a 05-01-1959, em Vila Flor, é Agente Principal da PSP e tem como obras escritas anteriores a esta: Raiz da Minha Essência; Poesia e Peça de Teatro “Flor de Aromas e Sabores
Como o próprio Prefácio do livro nos diz: Na Sombra da Ternura é um diário de amor – escrito de maneira simples, pragmática, quase rude, mimetizando a escrita que Manuel Fernando C. Silva se obrigou a fazer durante muitos anos, por deveres de profissão. Alma bondosa e poética, o autor transporta-nos para as terras transmontanas, singelas, bucólicas, com a quietude dos pastos e regatos, o balir dos borregos e das ovelhas, aonde o quotidiano das gentes é simples só na aparência, revelando-nos o Manuel Fernando todos os contextos da relação interparental de uma família que, como tantas outras do nosso mundo rural, é crucificada pela aspereza e desgraça da emigração, família essa que é escalpelizada em profundidade pelo autor – Helena, a mulher-heroína que atravessa toda esta história, vive com intensidade a luta pela sobrevivência material e sentimental, com enorme dignidade e elevação até finalmente encontrar a paz e o amor que a alma bondosa de Manuel Fernando lhe havia no fim reservado. Neste livro, quase escrito de forma pericial, vem documentada toda a saga da sociedade transmontana que Manuel Fernando, também ele oriundo dessas terras, tão bem conhece – a preocupação em arranjar a subsistência com as fracas actividades de pastorícia, a alimentação e gastos frugais, os cuidados com a educação da gente nova, os filhos, que têm atributos e aspirações a voar mais alto; a violência doméstica sofrida essencialmente na figura feminina, com a juga e duplicidade do homem que vive longe; em linguagem simples, incisiva e por vezes mesmo rude a história vai-se desenrolando com o aparecimento dos mais belos e sublimes sentimentos que a alma dos seres humanos consegue fazer renascer e difundir, para acabar na lareira da ternura e da felicidade e na paz, que abriga do frio e da chuva, ao canto de toda e qualquer casa transmontana, da mais pobre cabana ao mais rico solar destas terras magníficas.”
Por motivos pessoais, com muita pena minha, não pude estar presente no lançamento do livro, e desde já fica aqui o meu pedido de desculpas ao amigo Fernando.
Mas segundo me constou, e pelas fotografias cedidas por José Pires, pude constar, que foi um grande momento que se viveu, nesse auditório, onde muitos Vilaflorenses se deslocaram para apoiar o escritor e poeta.
Ainda no mesmo dia às 21:30 horas, no mesmo auditório a noite foi de Fados com o grupo "Solar do Meireles", onde o Fernando Silva e seus companheiros do fado cantaram para os Vilaflorenses.
Uma vez que não pude estar presente no lançamento do livro, não podia de maneira alguma deixar de estar presente na sessão de fados. Quando cheguei ao Centro Cultural, eu e mais minha esposa, fomos apresentados ao Fernando, pois embora tenhamos conversado várias vezes pela Internet, não nos conhecíamos pessoalmente. Foi um enorme prazer ter conhecido o Fernando pessoalmente, tendo-o achado uma pessoa fantástica.
Enquanto aguardava o início dos fados, desloquei-me à entrada do auditório, onde adquiri o livro “Na Sombra da Ternura”, no qual o Fernando colocou uma dedicatória. Deixo pois aqui, o meu agradecimento, pelas palavras que me foram dedicadas.
Apesar da chuva e do frio, que se fazia sentir nessa noite, foram muitos os que se deslocaram ao Auditório Adelina Campos, para ouvir o Fernando e seus companheiros a cantar o Fado. A noite era de frio, mas a boa disposição e o fado, onde alguns dos quais cantados pelo Fernando, dedicados a Vila Flor (Capelinhas da Serra) e às suas gentes, havendo mesmo momentos de grande emoção, fizeram esquecer o frio que se sentia lá fora.
Além do grupo "Solar do Meireles", também subiram ao palco outros amigos do Fernando e Vilaflorenses, que acabaram também por mostrar a sua vocação para o fado, sendo estes também bastante aplaudidos por todos os presentes.
Foi sem duvida uma noite diferente e que o digam aqueles que estiveram presentes, os quais aplaudiram e vibraram com os artistas.
Hei Fadista! Viva o Fado!
Parabéns aos Fernando pelo Lançamento do livro “Na Sombra da Ternura” e ao grupo de fados "Solar do Meireles", do qual também Fernando Silva faz parte.
Em breve colocarei aqui no blogue, essa sessão de fados em vídeo.