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sábado, 17 de novembro de 2012

domingo, 27 de maio de 2012

Madressilva (madressilva-das-boticas)

A madressilva, é uma planta de folhas decíduas, trepadeira, na forma de arbusto, que pode crescer até dez metros de altura. É nativa da Europa, podendo ser encontrada ao norte como na Noruega e Suécia. A espécie mais comum em Portugal é a L. periclimenum (madressilva-das-boticas). Suas folhas são opostas e simples, com a forma de elipses lanceoladas. A inflorescência é capituloforme pedunculada com forma de trombeta. A sua floração da-se no mês de maio, as flores são hermafroditas, zigomorfas, pentâmeras, de coloração creme ou branco-amareladas raiadas de vermelho, com odor doce e agradável. Seus frutos são bagas de coloração roxa. Sua polinização é feita pelas abelhas e traças ou mariposas. O seu habitat é em sebes, margens dos campos e matas. A madressilva é muito apreciada como planta ornamental, devido a suas bonitas e aromáticas flores. É usada pelas borboletas para pôr seus ovos. É utilizada na medicina para combater as anginas, a colibacilose e a tosse. Tem propriedades adstringentes, anti-sépticas, detersivas, diuréticas e sudoríficas.
Na Idade Média, acreditava-se que o seu perfume provocava sonhos eróticos e as adolescentes estavam, por isso, proibidas de levarem para casa ramos desta flor. Os chineses acreditam que o uso prolongado de madressilva aumenta a longevidade. Na Rússia, fabrica-se um óleo a partir da casca que é utilizado para tratar tumores e dores crónicas.

Fotografia: Madressilva captada em Torre de Dona Chama - Concelho de Mirandela

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Pelourinho de Torre de Dona Chama

"O Pelourinho de Torre de D. Chama foi erguido no século XVI e assenta num soco quadrangular de três degraus que compensam o desnível do terreno. A base é quadrada e encimada por uma peça prismática quadrada chanfrada. A coluna, de fuste oitavado liso e de lados irregulares, é ligeiramente mais estreita no topo do que na base.
O capitel, em cruz de braços iguais, mostra nos seus extremos representações de cabeças de animais. O remate paralelepipédico apresenta num dos lados as armas de Portugal e é encimado por uma peça piramidal quadrangular com dois fortes adelgaçamentos intermédios.
A cerca de um metro do Pelourinho, existe um berrão em granito, de 1,68 m de comprido, com o anterior voltado para o Pelourinho."

Fonte do texto: Site do Município de Mirandela (http://www.cm-mirandela.pt/index.php?id=&oid=1144)

quinta-feira, 29 de março de 2012

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Mirandela - Largo e Capela de S. Miguel

No Largo de S. Miguel em Mirandela, destaca-se a Capela de S. Miguel (edificada em 1757 e dedicada a S. Miguel e Nª Sª da Conceição, contendo na parte frontal uma imagem de S. Miguel em granito e um brasão de armas) bem como o Chafariz no centro do largo.Fotografias: Largo e Capela de S. Miguel em Mirandela (2011)

domingo, 2 de outubro de 2011

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Mirandela - Palácio dos Távoras

Em continuidade à postagem anterior "Mirandela - Igreja Matriz/Igreja N.ª S.ª da Encarnação", o passeio, continuou, pelo Palácio dos Távoras, sendo este visitado, por muitos turistas, que se deslocam à cidade.
O Palácio dos Távoras (Imóvel de Interesse Público) datado do século XVII, é onde funciona actualmente a Câmara Municipal de Mirandela. Na sua fachada há destaque para as belíssimas portas, janelas e cunhais de cantaria.
No topo do edifício, encontrava-se o Brasão dos Távoras, destruído em 1759 por ordem do Marquês de Pombal e substituído pelo dos Condes de São Vicente.
No jardim existe um Poço com 12 a 16 metros de profundidade. A tradição popular contava que aí foram lançadas as riquezas dos Távoras.
Em frente ao Palácio, encontram-se vários "carrinhos de mão", com jardim, havendo á frente de um destes carrinhos um cartaz, com os seguintes dizeres: "Os aromas dos nossos jardins...". O que é perfeitamente compreensivel e bem aplicada esta frase, ou não fosse Mirandela conhecida pela "cidade jardim".

O passeio, não terminou por aqui, seguindo para a Praça 5 de Outubro, de que falarei numa próxima postagem.


Para mais informações sobre o Historial dos Paços do Concelho / Paço dos Távoras, visite o site do município de Mirandela, em:

http://www.cm-mirandela.pt/index.php?oid=3375

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Mirandela - Igreja Matriz/Igreja N.ª S.ª da Encarnação

Quem visita Mirandela, fica fascinado com a paisagem envolvente ao rio Tua, sendo um dos locais mais visitados e admirado desta linda cidade do Nordeste Transmontano. 
Mas além do rio, um outro ponto que atrai um grande número de visitantes, é a Igreja Matriz ou Igreja de Nossa Senhora da Encarnação e o Palácio dos Távoras.
A Igreja Matriz de Mirandela ou Igreja de Nossa Senhora da Encarnação, encontra-se de frente para o rio Tua, numa das zonas mais altas da cidade ao lado do Palácio dos Távoras (actualmente edifício da Câmara Municipal).
Também eu, numa visita a Mirandela, acabei por visitar a Igreja de Nossa Senhora da Encarnação e fazer algumas fotografias da mesma, quer do exterior, quer do interior da mesma. De uma construção, mais moderna, reconstruída, após derrocada da torre sineira barroca, não difere muito das restantes igrejas, com uma enorme torre sineira, com quatro sinos e uma cruz no topo.
 
No jardim em frente á Igreja, de braços abertos para Mirandela e o rio Tua, encontra-se a estátua de João Paulo II (Papa entre 1978 e 2005) colocada numa elevação do coração da cidade.
Para além da Igreja Matriz ou Igreja de Nossa Senhora da Encarnação, visitei logo ao lado desta, o Palácio dos Távoras, seguindo para a Praça  5 de Outubro, dos quais colocarei aqui algumas fotografias, numa próxima postagem.

sábado, 9 de julho de 2011

Linha do Tua (Frechas - Mirandela)

No dia 30 de Junho de 2011, voltei a mais uma caminhada na Linha do Tua, desta vez entre Frechas e Mirandela, num total, de 9 quilómetros. Como a família, se deslocava de carro, até Mirandela, deixaram-me, na Estação de Frechas, donde comecei a caminha, isto às 10:20 horas da manhã.
O dia estava bom, e a essa hora da manhã, já se começava a sentir algum calor, pois o céu encontrava-se limpo, sem quaisquer nuvens, o que eu não gosto muito, preferindo o céu com algumas nuvens. Como era a primeira vez que ia fazer este percurso, a curiosidade também, era alguma, em saber aquilo que iria encontrar. Nos primeiros metros, comecei-me a entusiasmar, fazendo alguns macros, utilizando a técnica da profundidade de campo, invertendo as situações, quer focando a linha, quer desfocando-a. Um pouco mais à frente, outra paragem, para fotografar uma figeira com figos (um dos frutos da época), os quais não pude deixar de provar. Sempre com a aldeia de Frechas ao meu lado esquerdo, passei a Ponte da Carvalha, avistando de seguida o único túnel existente neste troço. O Túnel de Frechas, é curto, vendo-se logo o outro lado.
Depois de passar o túnel, deixei então de ver a aldeia , para passar a ver o rio, pois a linha sem a companhia do rio, não é a mesma coisa. Começou então o desejo de deixar a linha e descer ao rio, para o fotografar. Às 11:30 horas, um pouco antes de chegar ao lugar das Latadas, passou por mim o metro, fazendo a ligação Mirandela – Cachão.
Cheguei às Latadas, eram 11:50 horas, e foi ai que decidi deixar a linha e deslocar-me até às margens do rio. Este local do rio, é propício à fotografia, pois ali existe uma presa de água, bastante vegetação e arvoredo (Choupos).
Deparei junto à margem com um tractor agrícola e no meio do rio, havia um senhor à pesca, pois este local, é bastante atractivo para a pesca, sendo muitas vezes visitado por alguns pescadores. Entretanto olho para a linha vejo o metro de regresso a Mirandela.
Depois de algumas fotografias, captadas do centro da presa, voltei junto à margem, seguindo por esta, durante alguns metros, e regressando de seguida à linha, havendo junto a esta um enorme campo de trigo, até uma quinta com viveiros. Ai voltei a descer ao rio, onde deparei com uma passagem sobre o mesmo para a outra margem, formando esta uma pequena barragem.
Estava perante uma Zona de Pesca Desportiva, uma vez que ali existe uma placa a informar do mesmo. É de facto um lugar magnífico, com um enorme lençol de água. Depois de algumas fotografias, regressei novamente à linha, seguindo então por esta, até Mirandela. Depois de andar uns dois quilómetros desde esse local, avistei Mirandela. A partir daqui, o rio começou a desviar-se um pouco, existindo entre este e a linha, alguns terrenos agrícolas.
Eram 13:30 horas, quando cheguei, junto da Ponte Nova de Mirandela, onde já tinha a família à minha espera. Ao longo destas 3 horas de caminhada, deparei com paisagens magníficas, quer proporcionadas pela linha, quer pelo rio.
O resto do percurso, entre a Ponte Nova e a Estação de Mirandela, tinha sido feito uns dias antes, aquando de uma visita a Mirandela. É um pequeno percurso diferente, pois o jardim acompanha a linha, ou não estivéssemos na “Cidade Jardim”. Junto à Estação de Mirandela, em completa degradação, parecendo esquecida no tempo, encontra-se também uma grazine parada.
Um pouco mais à frente da Estação, vê-se o metro parado na nova Central de Camionagem, local de grande movimento, que noutros tempos se verificava na velha estação. Dali até Carvalhais, a linha continua em activação, mas de Carvalhais até Bragança, encontra-se desactivada desde 1992.
Foi com esta caminhada, que completei o troço, entre a Estação do Tua e Mirandela, mas com o desejo de voltar a repetir, estas caminhadas, principalmente entre a Estação do Tua e a Estação da Brunheda, troço este em vias de desaparecer, com a construção da Barragem do Tua.